13 novembro 2014

A LEGIONELLA E O TRABALHO: Medidas de prevenção, protecção e direitos associados

Um dos locais com maior probabilidade (ou risco) de contracção da “Legionella” é o teu local de trabalho. Diversas são as indústrias e actividades, que incorporam contextos e elementos materiais, susceptíveis de desenvolverem o perigo de contágio da “doença do legionário”. Fica a saber quais são e o que fazer para te protegeres.

Questões a que encontrarás resposta:
1.  O que é a Legionella?
2.  Como se transmite?
3. Que condições materiais contribuem, ou são ideais, para o crescimento da Legionella?
4.  Quais os Sintomas mais comuns?
5.  Quais as pessoas mais predispostas?
6. Em que actividades, sectores e processos laborais é maior o risco de se encontrara Legionella?
7. Que profissões ou profissionais comportam o maior risco de contágio com Legionella?
8. Como devem actuar as empresas nas quais os elementos materiais propícios ao desenvolvimento da Legionella estejam presentes?
9.  Que medidas de prevenção, saúde e segurança devem ser implementadas?
10. O que devem fazer os trabalhadores?

Nome:
Doença do Legionário
Legionella
Legionelose
Género científico: Legionella pneumophila


1. O que é a Legionella?
A doença do legionário é causada por bactérias do género legionella pneumophila, e consiste numa pneumonia bacteriana que surge de forma aguda, podendo, nos casos mais graves, provocar a morte do seu portador.


2. Como se transmite?
A infecção transmite-se por via aérea (respiratória), através da inalação de gotículas de água (aerossóis) contaminadas com bactérias, não se transmitindo de pessoa para pessoa, nem pela ingestão de água contaminada.


3. Que condições materiais contribuem, ou são ideais, para o crescimento da Legionella?
- Locais em que a temperatura da água se situe entre 20°C e 45°C;
- Locais com estagnação ou renovação reduzida da água;
- Locais com elevada concentração microbiana, incluindo algas, amebas, lodo e outras bactérias;
-  Locais com presença de calcário, sedimentos, lama, ferrugem ou outro material orgânico;
- Locais, nos quais se encontrem materiais de canalização degradados, como, por exemplo, peças de borracha, que podem fornecer nutrientes para aumentar o crescimento bacteriano


4. Quais os Sintomas mais comuns?
Os sintomas mais comuns são:

- Ligeira dor de cabeça;
- Dores musculares;
- Febres altas;
- Arrepios;
- Insuficiência respiratória;
- Tosse.

Excepcionalmente, também pode ocorrer náuseas, vómitos, diarreia ou dores abdominais, mas com pouca frequência.

Regra geral, cinco ou seis dias depois de um indivíduo inalar bactérias (presentes nas gotículas de água), poderão surgir as primeiras manifestações clínicas. É o chamado período de incubação que, no entanto, pode variar entre dois e dez dias.


5. Quais as pessoas mais predispostas?
- Pessoas com idade superior a 45 anos;
- Pessoas com hábitos tabágicos e alcoólicos;
- Pessoas com doença respiratória ou renal crónica;
- Pessoas com a diabetes;
- Pessoas que tenham sido sujeitas a transplantação cardíaca e renal


6. Em que actividades, sectores e processos laborais é maior o risco de se encontrar a Legionella?
Actividades como (exemplos):

-  Hotéis e restaurantes
-  Edifícios comerciais
 Indústrias (torres de resfriamento e ar condicionado)
-  Expedição
-  Escolas
-  Recintos desportivos, piscinas de natação e recreação, spas e saunas
-  Consultórios dentários
-  Hospitais e clínicas

Locais de trabalho com (exemplos):

- Sistemas de água que incorporam uma torre de arrefecimento;
- Sistemas de água que incorporam um condensador evaporativo;
- Sistemas de água quente e fria;
- Banheiras de hidromassagem, jacuzzis e banheiras de spas;
- Humidificadores e sistemas de nebulização de água;
- Tubos de água para cadeiras de dentista;
- Tanques de arejamento em estações biológicas de tratamento e estações industriais de tratamento de águas residuais;
- Máquinas de limpeza com água a alta pressão;
- Outras estações e sistemas que contêm água com probabilidade de exceder 20°C de temperatura e que podem libertar vapor de água ou aerossóis.


7. Que profissões ou profissionais comportam o maior risco de contágio com Legionella?

Eis alguns exemplos:

- Técnicos de manutenção de aparelhos de ar condicionado ou sistemas de abastecimento de água;
- Dentistas;
- Soldadores;
- Trabalhadores em instalações de lavagem de viaturas;
- Mineiros;
- Profissionais de saúde;
- Trabalhadores em estações industriais de tratamento de águas residuais;
-  Profissionais da Hotelaria e restauração.

No fundo, qualquer actividade na qual se esteja em contacto com aerossóis que possam levar à inalação de gotículas de água. As situações laborais em que tal pode suceder são muito diversas. Daí que grande parte do esforço deva de ser dispendido na aplicação de medidas preventivas.


8. Como devem actuar as empresas nas quais os elementos materiais propícios ao desenvolvimento da Legionella estejam presentes?

Em primeiro lugar, qualquer empresa nas situações anteriormente descritas, deve proceder, no âmbito das suas políticas preventivas à AVALIAÇÃO DE RISCOS PROFISSIONAIS NO LOCAL DE TRABALHO.

A avaliação de risco é um elemento fundamental de qualquer actividade preventiva no domínio da Segurança e Saúde no Trabalho. A lei 102/2009, alterada pela lei 3/2014, no seu artigo 15.º, prevê esta actividade como uma Obrigação da Entidade Empregadora, sujeita a contra-ordenação muito grave, a aplicar pela Autoridade para as Condições de trabalho, nos casos de incumprimento.


A Avaliação de risco nesta situação consiste, em geral, nas seguintes acções:

- Exame regular da qualidade da água presente nos processos industriais
- Exame regular da Qualidade do Ar Interior e das condições de higiene e manutenção do sistema AVAC
- Análise do estado das condutas, junções, isolamentos, etc., dos sistemas de ventilação, irrigação, arrefecimento…
- Análise do estado dos condensadores, termoacumuladores, ares condicionados, humidificadores, sistemas de água quente e fria …
- Análise do estado de tubos, mangueiras, tanques, reservatórios…
- Análise do risco associado às situações de contacto humano com as fontes de risco…

Nota: Em 2013 o governo PPD/PSD alterou o Decreto-lei 78/2006 que obrigava os promotores de edifícios (de todas as actividades, em geral) a promoverem a certificação energética dos edifícios. Nesta certificação energética, a qualidade do ar interior era, igualmente, certificada. Com a alteração prevista no Decreto Lei 118/2013, deixou de exigir a certificação energética e da qualidade do ar interior à maioria dos promotores de edifícios, entre eles, está o caso da Industria, passando essa certificação a ser meramente voluntária. Com esta medida, prejudicou-se, não apenas, as condições de trabalho, nomeadamente em matéria de saúde ocupacional face à qualidade do ar ambiente, mas também a saúde pública, em geral.


9. Que medidas de prevenção, saúde e segurança devem ser implementadas?
A aplicação de medidas de prevenção é uma das Obrigações da Entidade Empregadora, prevista na Lei 102/2009, alterada pela Lei 3/2014.

Medidas de Segurança:

Eis alguns exemplos de medidas que podem ser exigidos:
- Limpeza, desinfecção e manutenção das instalações e equipamentos contaminados.
- Colocar as entradas de ar novo longe de torres de arrefecimento de sistemas de condicionamento de ar;
- Evitar zonas de estagnação no sistema de distribuição de água quente e fria;
- Estabelecer protocolos de manutenção e desinfecção periódicas dos equipamentos que  possam favorecer a multiplicação destas bactérias;
- Nos sistemas de distribuição de água, particularmente em grandes edifícios, e sobretudo nos que por razões de planeamento interno, encerram parcial ou totalmente em determinados períodos, a temperatura deve manter-se entre valores que dificultem a multiplicação destes microrganismos (água quente superior a 50ºC e água fria inferior a 20ºC);
- Uso de máscaras apropriadas pelos trabalhadores que lidam com estas instalações e/ou que são responsáveis pela sua manutenção.
- Certificação da Qualidade do Ar Interior (QAI).


Medidas de Saúde no Trabalho:
Eis algumas das medidas que têm de ser implementadas pelo médico do trabalho:

Consulta, observação e vigilância dos trabalhadores que estejam em situações mais frágeis face ao estado geral de saúde;
Identificação, vigilância e acompanhamento dos trabalhadores com mais predisposição para a contracção da doença;
- Tomada de medidas preventivas, no domínio da coordenação da sua actividade com a do Técnico de Segurança e Saúde no Trabalho;
Efectuar os exames médicos adequados aos trabalhadores com sintomas que possam indiciar a presença da Legionella no seu organismo;
Informação dos trabalhadores e outros agentes sobre medidas profiláticas de saúde neste domínio.


10. O que devem fazer os trabalhadores?

Deveres:

- Neste domínio, o trabalhador deve cumprir todas as prescrições de segurança e saúde que sejam determinadas pela entidade empregadora, com vista à prevenção da Legionella.
- O trabalhador pode, também, tomar medidas individuais, ao nível da sua alimentação, hábitos de saúde, etc., que possam melhorar o seu estado geral de saúde.
- O trabalhador deve denunciar, alertar e informar de qualquer situação que possa constituir fonte de risco
- O trabalhador deve exigir que as situações reportadas sejam objecto de avaliação e tomada das medidas que se justificarem
- O trabalhador deve procurar evitar, afastar-se e afastar outros de situações de risco de contágio
- O trabalhador, no caso de incumprimento pela entidade empregadora, das disposições legais e convencionais aplicáveis, deve queixar-se, aconselhar-se e informar-se:

Ø  No seu sindicato, através do delegado sindical.
Ø  Através do representante para a Segurança e Saúde no Trabalho.
Ø  Através da Autoridade para as Condições de Trabalho.
Ø  Através do Delegado de Saúde.

O trabalhador deve intervir, sempre que possível, para a protecção da sua saúde e da dos seus colegas. A morte não tem cura!

Informa-te junto da tua empresa sobre quem são o Técnico de Segurança e o Médico do Trabalho responsáveis pelas medidas de Segurança e Saúde no Trabalho.


Direitos principais:

Qualquer trabalhador, neste domínio tem direito, pelo menos, a:

- Informação sobre os riscos profissionais existentes, em especial os ligados à Legionella;
- Ser consultado sobre possíveis situações de risco e medidas a tomar nesta situação;
- Formação sobre como actuar no domínio da Segurança e Saúde no trabalho, nesta caso, sobre a actuação face à Legionella;
- Usufruir de serviços competentes no domínio da Segurança e Saúde no trabalho;
- Usufruir de medidas de prevenção e protecção contra agentes biológicos no local de trabalho.

Os trabalhadores devem, também reivindicar a aplicação de planos de prevenção ambiental contra riscos biológicos e o desenvolvimento e processos de certificação da qualidade do ar interno das empresas em que laboram.

Nota: todos os direitos enumerados estão previstos na Lei 102/2009 que estabelece o Regime de Promoção da Segurança e Saúde no Trabalho.

Procura o teu sindicato… Sindicalizado é + seguro


Link para o Guia Prático da DGS (Direcção Geral de Saúde) – A doença dos Legionários

12 novembro 2014

GEOCACHING: A MINHA CACHE N.º 400 FEITA EM BRUXELAS

Um ano depois de ter começado a jogar, aqui mesmo em Bruxelas, muitos quilómetros feitos atrás dos tesouros faço a cache 400 numa das mais bonitas praças que conheço. La Grand'Place.

24 outubro 2014

COMISSÃO DE TRABALHADORES REÚNE NA POUSADA DA SERRA DA ESTRELA

A Comissão de Trabalhadores reuniu hoje pela manhã com os trabalhadores e trabalhadoras da Pousada da Serra da Estrela onde se inteirou das suas condições de trabalho e distribuiu o Acordo de Empresa. 

A Pousada da Serra da Estrela, excelentemente situada, possui condições de trabalho e condições para os clientes ímpares em comparação com outras unidades.

07 outubro 2014

O INCUMPRIMENTO DO ACORDO DE EMPRESA NAS POUSADAS DE PORTUGAL

A Comissão de Trabalhadores do Grupo Pestana Pousadas esteve a 03 e 04 de Outubro de 2014 nas Pousadas do Convento da Graça em Tavira e Estoi em Faro, onde, ou reunimos ou contactámos individualmente os trabalhadores e trabalhadoras destas Pousadas.
Em relação à Pousada do Infante em Sagres não foi possível esse contacto devido ao trabalho que tinham nesse fim de semana.
Muitas situações foram detectadas nestas Pousadas de incumprimento do Acordo de Empresa. Aqui deixamos, através do oficio que acabámos de enviar ao Conselho de Administração da Grupo Pestana Pousadas, os principais problemas que estão nestes locais de trabalho.

26 setembro 2014

ESTOU CONVENCIDO, DOMINGO, 28 DE SETEMBRO AVANÇAMOS JUNTOS COM ANTÓNIO JOSÉ SEGURO

A. COSTA mandou-me uma mensagem:
"Dia 28 vai decidir quem será o candidato do PS a Primeiro-Ministro. Escolha alguém com provas dadas no partido e no país. Participe. Vote António Costa."

Não vale de nada mas como me senti violentado decidi responder:
"Provas dadas? Isso é o quê? VOTO SEGURO!"

Quando a 09 Outubro 2010 escrevi sobre o PS dizia o seguinte:
"No PS de que sou militante, espero ardentemente por um novo tempo, um tempo em que ninguém viole os princípios do Partido, e que todos aqueles e aquelas que actualmente apoiam Sócrates não venham dizer que o líder de então é o melhor dos lideres... espero um tempo "seguro" que transmita ao país esperança e motivação para o futuro e que nos tire das contradições que actualmente nos asfixiam."

Portanto o meu sentido de voto está definido há muito tempo. Por princípios, por lealdade.

25 setembro 2014

SINDICALISTAS INDEPENDENTES E SOCIALISTAS DA CGTP-IN APOIAM ANTÓNIO JOSÉ SEGURO COMO CANDIDATO A PRIMEIRO-MINISTRO DE PORTUGAL NAS ELEIÇÕES PRIMÁRIAS A DECORRER NO DIA 28 DE SETEMBRO DE 2014

Neste momento difícil em que cada vez mais a clarificação política é importante e se pretende abrir um novo ciclo político, no país e no Partido Socialista, activistas e dirigentes sindicais que actuam no âmbito da CGTP-IN, quer independentes, quer socialistas e independentes sem qualquer ligação a nenhuma Central sindical, não querem deixar de se posicionar no processo eleitoral que decorre no Partido Socialista, para a escolha do candidato a Primeiro-Ministro de Portugal.

Estes activistas e dirigentes sindicais independentes e socialistas que, no âmbito da sua actividade sindical, sempre intervêm na defesa do estado social, por um serviço nacional de saúde e uma escola pública de qualidade, pela manutenção de um sistema público de segurança social e pela defesa dos direitos dos trabalhadores, vêm assim expressar publicamente o seu apoio a António José Seguro como candidato a Primeiro-Ministro nas eleições primárias a realizar no próximo dia 28 de Setembro de 2014.

Por isso apoiamos a sua Moção com as Grandes Opções de Governo “PELA MUDANÇA – AVANÇAMOS JUNTOS”, por considerarmos ser quem melhor  pode trazer aos portugueses uma nova esperança e motivação para construir uma verdadeira alternativa política de esquerda para Portugal, credibilizando a intervenção política por lhe introduzir uma nova ética e transparência na forma de a exercer, reconquistando a confiança popular por aproximar a política das pessoas, tendo-as feito participar amplamente nesta escolha.

Subscrevem esta posição, entre muitos outros sindicalistas independentes e socialistas que nos respectivos locais de trabalho, nos seus Sindicatos, Uniões Distritais, Federações e na CGTP-IN desenvolvem a sua actividade:

Fernando Gomes
Secretariado e Comissão Executiva do Conselho Nacional da CGTP-IN
Coordenador da Comissão de Trabalhadores do Grupo Pestana Pousadas
Direcção do Sindicato de Hotelaria e Turismo do Sul
Marvão/Portalegre

Carlos João Tomás
Comissão Executiva do Conselho Nacional da CGTP-IN
Presidente da Direcção do Sindicato dos Têxteis da Beira Alta
Direcção da Federação dos Texteis, Vestuário e Calçado (Fesete)
Seia/Guarda

Maria Conceição Rodrigues Sousa
Comissão Executiva do Conselho Nacional da CGTP-IN
Direcção do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses
Direcção Regional de Castelo Branco do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses
Castelo Branco/Castelo Branco

Maria Luísa Marques Pinto Baptista
Comissão Executiva do Conselho Nacional da CGTP-IN
Vice-Presidente da Direcção do Sindicato Nacional dos Profissionais da Industria e Comércio de Vestuário e de Artigos Texteis
Direcção e Comissão Executiva da União dos Sindicatos do Porto
Porto/Porto

Mário Jorge Neves
Vice-presidente da Federação Nacional dos Médicos (FNAM).
Presidente da Direcção do Sindicato dos Médicos da Zona Sul
Lisboa/Lisboa

Almerindo Rego
Presidente da Direcção Nacional do Sindicato dos Técnicos Superiores de Saúde das Áreas de Diagnóstico e Terapêutica
Vila Nova de Gaia/Porto

Maria Fernanda Moreira
Presidente da Direcção do Sindicato Nacional dos Profissionais da Industria e Comércio do Calçado, Malas e Afins
Conselho Nacional da CGTP-IN
São João da Madeira/Aveiro

José Carlos Dantas
Vice-Presidente da Direcção do Sindicato Nacional dos Profissionais de Farmácia e Paramédicos
Conselho Nacional da CGTP-IN
Mafra/Lisboa

Luís Dupont
Vice-Presidente da Direcção Nacional do Sindicato dos Técnicos Superiores de Saúde das Áreas de Diagnóstico e Terapêutica
Conselho Nacional da CGTP-IN
Lisboa/Lisboa

Manuel Pereira dos Santos
Vice-Presidente da Direcção do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL)
Secretariado e Conselho Nacional da Federação Nacional dos Professores (FENPROF)
Conselho Nacional da CGTP-IN
Lisboa/Lisboa

Filomena Ventura
Conselho Nacional da CGTP-IN
Conselho Nacional da Federação Nacional dos Professores - FENPROF
Comissão Executiva e Direcção do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa - SPGL
Moita/Setúbal

João Maria Mantinhas Maneta
Conselho Nacional da CGTP-IN
Direcção do SNTCT - Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações
Arraiolos/Évora

Ramiro Noro
Conselho Nacional da CGTP-IN
Direcção do Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário (SNTSF)
Direcção Regional Coimbra
Coimbra/Coimbra

Afonso José de Almeida Candeias
Direcção do SIMAMEVIP - Sindicato dos Trabalhadores da Marinha Mercante, Agências de Viagens Transitários e Pesca
Lisboa/Lisboa

Albertina Ferraz Correia
Direcção Nacional do Sindicato dos Técnicos Superiores de Saúde das Áreas de Diagnóstico e Terapêutica
Porto/Porto

Alexandra Costa
Direcção Nacional do Sindicato dos Técnicos Superiores de Saúde das Áreas de Diagnóstico e Terapêutica
Porto/Porto

Anabela Abreu dos Santos
Direcção do Sindicato de Hotelaria e Turismo do Sul
Elvas/Portalegre

Delberto Constantino Araújo de Aguiar
Conselho Fiscalizador do Sindicato dos Médicos Zona Sul
Lisboa/Lisboa

Fernando Zorro
Secretariado da Direcção Nacional do Sindicato dos Técnicos Superiores de Saúde das Áreas de Diagnóstico e Terapêutica
Lisboa/Lisboa

Francisco Manuel Pereira Medeiros
Direcção Nacional do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ)
Lisboa/Lisboa

Luís Simão Araújo D'Amaral
Direcção do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa - SPGL
Coordenador Regional Lisboa do 1.º Ciclo
Lisboa/Lisboa

Madalena Gomes de Sá
Direcção do Sindicato Nacional dos Profissionais da Industria e Comércio de Vestuário e de Artigos Texteis
Direcção da Federação dos Texteis, Vestuário e Calçado (Fesete)
Vila do Conde/Porto

Manuel Pinto da Silva
Comissão Executiva e Direcção do Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário (SNTSF)
Direcção Regional Coimbra
Coimbra/Coimbra

Sara Pacheco
Direcção Nacional do Sindicato dos Técnicos Superiores de Saúde das Áreas de Diagnóstico e Terapêutica
Porto/Porto

Tiago Guardado Pereira
Direcção Nacional do Sindicato dos Técnicos Superiores de Saúde das Áreas de Diagnóstico e Terapêutica
Almada/Setúbal

Vitor Hugo Rego
Direcção Nacional do Sindicato dos Técnicos Superiores de Saúde das Áreas de Diagnóstico e Terapêutica
Beja/Beja

22 setembro 2014

AVANÇAMOS JUNTOS COM ANTÓNIO JOSÉ SEGURO

A política só faz sentido se for para resolver os problemas das pessoas.

Este é um projecto de mudança. A 28 de Setembro de 2014 avançamos juntos votando em António José Seguro para ser o candidato do PS a Primeiro-Ministro de Portugal.

COM ANTÓNIO JOSÉ SEGURO: AVANÇAMOS JUNTOS, PELA MUDANÇA

Jantar de apoio a António José Seguro em Lisboa onde milhares socialistas e independentes marcam presença junto do futuro candidato do PS a Primeiro-Ministro. 

15 setembro 2014

35 ANOS DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE (1979-2014)

Assinala-se hoje, 15 de Setembro de 2014, o 35.º aniversário do SNS-Serviço Nacional de Saúde.

Instituído pela Lei n.º 56/79, de 15 de Setembro, o SNS criou uma rede de órgãos e serviços prestadores de cuidados de saúde a toda a população, através da qual o Estado salvaguarda o direito à protecção da saúde. O acesso é garantido a todos os cidadãos, independentemente da sua condição económica e social.

A criação do SNS está associada a um Governo de coligação liderado pelo Partido Socialista cujo Ministro era António Arnaut, ainda hoje conhecido como o pai do Serviço Nacional de Saúde.

Como referia António Arnaut por ocasião do 30.º aniversário, em 2009, "Há 30 anos, 90% das unidades e dos profissionais de saúde estavam no Litoral, 80% dos quais em Lisboa, Porto e Coimbra, e o resto do País era uma mancha negra que não tinha nada, a não ser as misericórdias e um ou outro médico".

Como sabemos, esta é uma das principais componentes do Estado Social, construído após o 25 de Abril, que este Governo neoliberal do PSD/CDS está a destruir.

Cabe-nos a nós a defesa intransigente do Serviço Nacional de Saúde. Por isso reafirmo, é melhor acabarmos com este Governo do PSD/CDS antes que este "desgoverno" acabe com o País.
Fotografia © Carlos Jorge Monteiro/Global Imagens

08 setembro 2014

PROCISSÃO EM HONRA DE NOSSA SENHORA DA ESTRELA

Decorreu hoje, Feriado Municipal, pelas ruas da Vila de Marvão a procissão em honra da padroeira do nosso concelho. Nossa Senhora da Estrela.
Fernando Gomes, Luís Alberto, Jorge Rosado, Fernando Sabino e Tiago Esteves
Tiago Esteves e Fernando Gomes
Tiago Esteves e Fernando Gomes

02 setembro 2014

Festas em Honra de Nossa Senhora da Estrela em Marvão

Como vem sendo habitual, com a organização da Maruam-Associação de Jovens e o Centro Cultural de Marvão, vão realizar-se de 5 a 8 de Setembro de 2014 as Festas em Honra de Nossa Senhora da Estrela em Marvão. Aqui fica o programa:

28 agosto 2014

E DEPOIS DAS FÉRIAS?

Depois das férias, em que desliguei completamente, o regresso à realidade social e política que nos faz apetecer emigrar ou ir férias outra vez...

Mas não pode ser! Aqueles que partilham de ideais e princípios, temos a obrigação suprema de voltar à luta. Nos locais de trabalho e na rua. A demissão deste Governo do PSD/CDS é mais que necessária para que todos e todas possamos construir um novo rumo, pessoal e para o país. 

Temos que por fim a esta destruição desenfreada do Estado Social e das suas funções sociais que desde o 25 de Abril de 74 protegeram quem precisou. Passados tantos anos há crianças e pais com fome, milhares de famílias sem qualquer rendimento, um desemprego insustentável e uma diminuição de salários e pensões que atira para a pobreza mais de 2 milhões de pessoas.

Como se o mais importante não fosse esta luta contra esta política e este Governo, eis que o país se encontra absorvido pela luta interna no Partido Socialista onde António Costa aparece a disputar uma liderança legitima, sem derrotas eleitorais só porque acha que tem melhores condições para ser primeiro-ministro... 

Não o será! Mas se viesse a ser, que primeiro-ministro seria, quando não tem nenhuma proposta que se possa considerar alternativa àquelas que António José Seguro vem apresentando nos últimos três anos?

Que primeiro-ministro seria quando recusa debates numa primeira fase e depois recua e aceita debates a 45 m nas TVs e volta a recuar querendo debates só de 25 m? Custa a ler não é? É tanta a trapalhada que nem sei onde colocar as vírgulas... 

É por isso que prefiro como Secretário-Geral do PS e Primeiro-Ministro António José Seguro 2015. Disso não tenho dúvidas. A perda será do país se assim não for.

Sim, porque em política não vale tudo. E está na hora de destruir os mitos que as televisões constroem. Os Costas e os Sócrates, os Passos e os Portas deste Portugal, construídos pelas comunicações sociais que são propriedade dos grandes grupos económicos, que se servem dos políticos mas que também servem os políticos.

Parece que ninguém quer ver. Mas falar melhor, mais rápido e com voz grossa, não é sinal nem de capacidade política nem intelectual. É talvez uma forma de disfarçar outras fragilidades que afinal a fuga aos debates vem confirmar.

Avançamos Juntos com António José Seguro.

Vamos à luta!
#seguro2015