18 dezembro 2011

Maruam - Associação de Jovens organiza Presépio ao Vivo em Marvão


A Maruam - Associação de Jovens promove nos próximos dias 21, 22 e 23 de Dezembro de 2011 mais uma edição do Presépio Vivo de Marvão, a ter lugar na Igreja do Espírito Santo.



09 dezembro 2011

Sessão Pública do Grupo Cívico SOS São Mamede


Não poderei estar presente, mas aqui fica a divulgação desta importante iniciativa de esclarecimento, do Grupo Cívico SOS São Mamede, num momento crucial para a defesa da nossa terra. O Concelho de Marvão.


23 novembro 2011

Todos e todas na Greve Geral de 24 de Novembro de 2011




A Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN faz um forte apelo à participação dos trabalhadores e trabalhadoras em Portugal para que se associem à CGTP-IN e à UGT  e participem activamente na Greve Geral convocada por ambas as centrais sindicais.

A dureza das medidas que estão a ser tomadas pelo governo da direita mais conservadora constitui o maior ataque aos direitos dos trabalhadores, ao estado social, visando a destruição dos serviços públicos, onde todos e todas nós temos que dar uma resposta, combatendo e denunciando tais medidas.

Não podemos permitir que estas medidas empobreçam o país e esvaziem o conjunto de direitos sociais que desde o 25 de Abril fomos conquistando. 

Não podemos permitir o retrocesso civilizacional que querem impor a Portugal. É preciso lutar. 

Vamos todos e todas fazer greve a 24 de Novembro.

Greve Geral de 24 de Novembro de 2011



CONTRA A EXPLORAÇÃO E O EMPOBRECIMENTO

Portugal DESENVOLVIDO E SOBERANO

GREVE GERAL
24 Novembro 2011



Emprego, Salários, Direitos, Serviços Públicos

O país está confrontado com a apresentação pelo Governo PSD-CDS, de um novo e agravado programa de austeridade, sem paralelo desde o 25 de Abril. Recorde-se que Portugal já conheceu os programas de desastre do FMI em 1978 e em 1983. O novo pacote de austeridade não significa apenas a recessão económica, o empobrecimento generalizado da população e o aumento do desemprego. Representa um ataque brutal à democracia e também um recuo civilizacional, que põe em causa princípios basilares de estruturação social e direitos e garantias fundamentais, consagrados na Constituição da República Portuguesa.
O país não pode responder a problemas económicos e sociais reais nem tem futuro com uma política que subordina os interesses nacionais ao capital nacional e multinacional e à estratégia das grandes potências europeias.  
Estamos perante um programa de agressão aos trabalhadores, ao povo e ao país. As medidas apresentadas são desastrosas, porque não só não resolvem a crise da dívida, como a agravam. Estas medidas, a concretizarem-se, mergulhariam ainda mais o país na recessão económica, que o Governo já admite seja da ordem dos 3% em 2012, o que irá agravar, em vez de reduzir, o peso da dívida.
As medidas do Governo de direita do PSD-CDS, da UE, FMI e BCE são inadmissíveis, porque, ao ser aprofundada a recessão, é criado um ciclo destrutivo de austeridade, de mais recessão e aumento da dívida, a exemplo do que aconteceu na Grécia, com os resultados desastrosos que hoje estão à vista de todos.
O empobrecimento dos trabalhadores, não só da Administração Pública, mas também do sector privado, dos reformados e pensionistas e da população em geral é, não só socialmente injusto e intolerável, como contraproducente, porque a quebra do poder de compra está a ter efeitos devastadores no mercado interno, levando ao encerramento de empresas e à consequente perda de postos de trabalho.
A generalidade da população, dos trabalhadores, dos jovens, dos desempregados e dos reformados e pensionistas está a pagar a factura de uma crise que não provocaram. Foram as políticas seguidas por sucessivos Governos que levaram às perdas de competitividade da economia portuguesa; à liquidação de parte do nosso tecido produtivo; a contratos desastrosos para o Estado no âmbito das parcerias público-privadas; ao buraco do BPN, que poderá consumir 3 mil milhões de euros; à não canalização do crédito ao sector produtivo; à falta de eficiência e a baixa produtividade de muitas empresas; à corrupção, à fraude e evasão fiscais e economia clandestina.
Os buracos de que o Primeiro Ministro fala têm origem nestas políticas levadas a cabo por sucessivos governos e que este prossegue e agrava com os impactos negativos de cada pacote de austeridade.
Esta é uma política de terra queimada! A não ser travada, a concretização de mais privatizações, nomeadamente da captação, tratamento e distribuição de água e resíduos, de redução de serviços nas empresas de transportes, e de cortes no Estado Social, designadamente na segurança social, na saúde e na educação, a par do agravamento da inflação, conduzirá a efeitos desastrosos no desenvolvimento do país, na qualidade dos serviços públicos, na política de prevenção e provocarão o aumento da precariedade, do desemprego, da pobreza e da exclusão social.
Em defesa dos direitos e dos interesses de quem trabalha, mas também pelo futuro de Portugal, a CGTP-IN não aceita e tudo fará para combater o roubo do subsídio de Natal de todos os trabalhadores em 2011, e dos subsídios de Natal e de férias dos trabalhadores da Administração Pública e do Sector Empresarial do Estado, assim como dos pensionistas em geral para os próximo 2 anos, os cortes nos salários, o agravamento dos impostos, a diminuição do valor e do poder de compra das pensões, a redução do subsídio de desemprego e a eliminação do abono de família e do rendimento social de inserção a milhares de famílias.
Rejeitamos o aumento da duração do trabalho em 2,5 horas, das 40 para as 42,5 horas semanais, porque vai reduzir, em média, os salários em 7% e aumentar o desemprego, mas também porque é ilegal e subverte a negociação da contratação colectiva.
Tal como a redução dos feriados, que também se recusa, esta é uma medida que nada tem a ver com a redução da dívida ou do défice. Trata-se, tão só, de uma transferência directa dos rendimentos dos trabalhadores para os bolsos dos grandes accionistas e do grande patronato.
Intensificaremos a denúncia e combate aos ataques do Governo de direita e do patronato que pretendem utilizar e instrumentalizar a concertação social para pôr em causa direitos nucleares dos trabalhadores, incluindo a proibição do despedimento sem justa causa, o direito constitucional de contratação colectiva, as compensações por motivo de despedimento, a protecção social no desemprego e a desregulamentação dos horários de trabalho. Trata-se de uma subversão da Constituição da República Portuguesa.
Portugal precisa de uma outra política que exija a renegociação da dívida – dos prazos, dos juros e dos montantes a pagar –, e promova o crescimento e o emprego com direitos, aposte na dinamização do sector produtivo, garanta o aumento dos salários e das pensões, assegure a defesa e o reforço das Funções Sociais do Estado e dos serviços públicos, valorize o trabalho e dignifique os trabalhadores.
Neste sentido, o Conselho Nacional da CGTP-IN, reunido a 18 e 19 de Outubro de 2011, decide:
             Saudar as lutas dos trabalhadores e trabalhadoras de todos os sectores de actividade, assim como todos os que participaram nas Grandes Manifestações realizadas no dia 1 de Outubro, em Lisboa e no Porto, exortando-os a prosseguir a acção, a partir dos locais de trabalho, exigindo resposta positiva às suas propostas e reivindicações;
             Intensificar o esclarecimento e a mobilização dos trabalhadores e trabalhadoras para as lutas que estão em curso e, desde logo, para a preparação das acções de sensibilização, de mobilização e de presença na rua que terão lugar entre 20 e 27 de Outubro;
             Apelar a todas as organizações sindicais, assim como aos trabalhadores dos sectores privado e público, a indispensável convergência na acção com vista ao reforço da unidade na acção a partir dos locais de trabalho, na luta contra este programa de agressão, por melhores condições de vida e de trabalho, por um Portugal com futuro;
             Convocar uma Greve Geral para o dia 24 de Novembro de 2011, contra a exploração e o empobrecimento; por um Portugal desenvolvido e soberano; pelo emprego; salários; direitos; serviços públicos;
             Promover, através das Uniões Distritais de Sindicatos, no dia da Greve Geral, acções públicas em diversos Distritos para dar expressão pública à indignação geral contra a política de direita e as posições retrógradas do patronato, e exigir uma mudança de política que respeite e valorize os trabalhadores e assegure o desenvolvimento económico e social do país.

19 outubro 2011

Occupy Wall Street com apoiante surpresa...


O movimento Occupy Wall Street teve um apoiante inesperado no protesto global de 15 de Outubro: o sargento dos Marines Shamar Thomas. O militar estava numa rua de Nova Iorque quando viu a polícia bater em manifestantes, não gostou e puxou dos galões à frente de cerca de 30 agentes, que ficaram sem reacção. A cena ficou registada em vídeo e está a circular a grande velocidade pela Internet.

Notícia publicada no Jornal "O Público" de 18.10.2011
"Isto não é uma zona de guerra", grita Shamar Thomas, a um surpreendido grupo de agentes policiais. O vídeo – que foi publicado no YouTube no domingo e que, em dois dias, já foi visualizado quase meio milhão de vezes – não mostra o que motiva a reacção do marine. Apenas a sua ira crescente e a forma veemente como condena as acções violentas da polícia nova-iorquina.

"Estas pessoas não estão armadas. Magoá-las não vos fará mais duros", argumenta. "Se querem lutar, vão para o Iraque e para o Afeganistão. Deixam estas pessoas em paz. São cidadãos norte-americanos. Cidadãos norte-americanos! Cidadãos norte-americanos! Norte-americanos!"Shamar Thomas é, ele próprio, um veterano de guerra.

Com 24 anos de idade, foi destacado para o Iraque duas vezes, informa a legenda do vídeo. O militar corrobora de viva voz. E acrescenta: a mãe também esteve no Iraque; o pai foi mobilizado para o Afeganistão. A ligação da sua família às Forças Armadas vem, de resto, ainda mais de trás: o avô serviu no Vietname e o bisavô na Segunda Guerra Mundial.É este passado que faz o sargento sentir-se autorizado para afrontar os agentes.

"Parem de magoar estas pessoas. O que estão a fazer? Fui 14 meses para o Iraque pelo meu povo e vocês chegam aqui e magoam estas pessoas. Elas não têm armas. Elas não têm armas! Porque é que estão a magoá-las? Não faz sentido nenhum", insurge-se. "Como é que dormem à noite? Não há honra nisto. Não há honra nisto!""É inacreditável que estejam a fazer isto às pessoas", continua. "Que género de malucos magoam pessoas que não estão protegidas?"

E acaba com mais uma pergunta antes de se afastar, desta vez lançada aos agentes vestidos com equipamento anti-motim: "Porque é que andam [equipados] como se estivesse a passar uma guerra? Ninguém tem armas".

14 outubro 2011

"Uma "noite de júbilo" para os portugueses que votaram no actual Governo"


Ainda estou a digerir a intervenção de Passos Coelho ontem à noite dando conta das medidas que constam do orçamento de estado para 2012.

No meio de tanta informação que nos é fornecida pela comunicação social, há uma que me apraz registar e que saúdo pela clareza.

D. Januário Torgal Ferreira afirmou que a noite de ontem tinha sido: "uma "noite de júbilo" para os portugueses que votaram no actual Governo".

"Este Governo é um cobrador de impostos", acusa D. Januário, em declarações ao DN.
Em reacção ao anúncio do Orçamento de Estado para 2012, na noite de quinta-feira, por Pedro Passos Coelho, o bispo das Forças Armadas diz que "sem qualquer exagero, com estes estímulos, estamos a caminhar para o 'Apocalipse Now'", e está certo de que esta foi uma "noite de júbilo" para os portugueses que votaram no actual Governo."

Já hoje, numa reunião na CGTP-IN, tive oportunidade de acrescentar que certamente foi também uma noite de júbilo "para os que ajudaram a derrubar o governo do PS"...

Espero que os trabalhadores e trabalhadoras, que os jovens e pensionistas, que a sociedade em geral saiba dar a resposta que este governo merece.

Que essa resposta comece a ser dada amanhã na manifestação que haverá em Lisboa.

Que a resposta seja dada no âmbito da semana de luta da CGTP-IN que decorre de 20 a 27 de Outubro de 2012, contra a destruição dos direitos laborais e sociais, o empobrecimento e as injustiças.


06 outubro 2011

"Há quem tenha medo que o medo acabe"... por Mia Couto nas Conferências do Estoril


Podia ser o titulo da sua intervenção sobre o medo, nas Conferências do Estoril, onde Mia Couto nos faz pensar sobre os medos que atormentam este mundo e que tolhem os movimentos que poderiamos esboçar para o combater...



01 outubro 2011

É preciso lutar... por um futuro melhor!


Aqui são quase 11 horas. Em Portugal devem estar a começar duas manifestações organizadas pela CGTP-IN. Em Lisboa e Porto.

Espero que os trabalhadores e desempregados, os jovens e os reformados, os imigrantes que trabalham e vivem em Portugal e outras camadas da população estejam a sair para a rua, manifestando o descontentamento contra este governo, do PSD e CDS, neoliberal e conservador que com o apoio de Cavaco Silva fará regredir Portugal com as suas políticas de esmagamento dos trabalhadores e da sociedade.

É preciso Lutar... Por um futuro melhor!

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Segundo Notícia da TSF, "CGTP diz que 100 dias mostram que PSD é mais do mesmo"


Segundo Notícia da TSF, "CGTP diz que 100 dias mostram que PSD é mais do mesmo"...

Devo estar a ver mal... deve ter acontecido alguma coisa que me escapa na CGTP-IN.

Não há diferenças entre o Governo anterior e este? Mais do mesmo?

Deve ser brincadeira... mas como estou no Brasil, em representação da CGTP-IN, a participar no I Fórum da Sociedade Civil da CPLP - Comunidade Países Lingua Portuguesa, não devo ter participado nalguma reunião...

Mas que há diferenças há! E só os cegos é que não vêem...

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21 setembro 2011

Almossassa 2011 em Marvão


Badajoz e Marvão vão organizar mais uma vez a Almossassa. Em Marvão a feira decorrerá entre os dias 01 e 05 de Outubro de 2011.

Este ano não estarei presente, pois nestas datas irei participar no I Forúm da Sociedade Civil da CPLP (Comunidade Países Língua Portuguesa), que decorrerá em Brasilia - Brasil.



19 setembro 2011

Viagem a Atenas (Athina) - Grécia


Já tive oportunidade de abordar aqui no Percursos a viagem que fiz à Grécia, mais propriamente a Atenas. Uma viagem de trabalho em que participei no 16.º Congresso da Federação Sindical Mundial / WFTU - World Federation of Trade Unions, que decorreu em Atenas, de 6 a 10 de Abril de 2011.

No pouco tempo livre que tivemos deu ainda para um passeio por Atenas. Aqui fica o registo com algumas fotos.


Termino este apontamento com uma música cantada por Nana Mouskouri, ATHINA (Atenas).


11 setembro 2011

Yo pisaré las calles nuevamente - Pablo Milanes


Um dos temas que mais gosto de Pablo Milanés. Em jeito de homenagem a Salvador Allende -   26 de Junho de 1908 - 11 de Setembro de 1973.



20 agosto 2011

Como classificas a actuação do Governo do PSD com o CDS-PP? - É a nova sondagem do Percursos


Passam amanhã, 21 Agosto, dois meses sobre a tomada de posse do Governo do PSD com o CDS-PP. É altura de saber como classificam os visitantes do Percursos a sua actuação.

16 agosto 2011

Adiram à Campanha Hugh's Fish Fight


Todos os dias no alto-mar são despejados milhares de quilos de peixe já capturado, que corresponde a um milhão de toneladas de peixe comestível desperdiçado todos os anos, e porquê?

Porque assim dita a União Europeia através da sua política comum de pescas. Está na altura de todos e todas reagirmos a este autêntico crime ambiental. 

10 agosto 2011

Reflexão sobre os três anos que o PERCURSOS faz hoje...



Faz hoje 3 anos que criei o meu Blogue pessoal. No Alvor, onde hoje também me encontro. O Percursos. Que escrevi o primeiro texto, que era uma espécie de declaração de intenções.

Como o tempo passa! 

Foram três anos de tristezas, alegrias, novas aventuras e desafios, muito trabalho. Pegando na ideia de uma amiga, a Conceição, poucas desilusões, porque como ela, tenho poucas ilusões.

Escrevia na altura "Afinal, as nossas vidas são o conjunto de diversos Percursos, que vão nascendo sobre aquilo que pensamos, fazemos, somos e até da forma como agimos com os outros e como nos relacionamos com a sociedade." ... e foi sobre esses Percursos que o blog se foi construindo, sempre com actividade, apesar do aparecimento em força do Facebook.
 
Este período de 3 anos foi a titulo pessoal dos melhores anos da minha vida. Recomecei a estudar. Concorri à universidade, fiz o exame para maiores de 23 anos e entrei com uma nota de 17 valores. Até aqui fácil. Mas a frequência de uma licenciatura, esta em Ciência Política, quando se tem aulas durante o dia, torna este Percurso mais difícil. Depressa o incentivo ao estudo se transforma num "andas muito ausente", "tens que ir a esta reunião" "bla, bla, bla...". Mas vai-se fazendo e os conhecimentos que se vão adquirindo começam a fazer a diferença.
 
Sobre Marvão, a paixão de uma vida para qualquer filho e filha da terra, que nos últimos anos se vê definhar, fruto de uma má gestão que se vem acentuando, foi palco do aparecimento do Movimento por Marvão. Um projecto que assenta em novas pessoas, novas ideias, para construir um futuro melhor. Não foi bem sucedido em termos eleitorais, mas teve a melhor campanha, as melhores iniciativas, a melhor discussão política. E continua, em muitos casos, a ser a principal voz da oposição à actual gestão camarária. E sobre o Movimento por Marvão vem aí novidades...
 
No Sindicalismo, as aulas, afastaram-me da actividade sindical no distrito de Portalegre, mas continuo a tentar dar atenção, enquanto Coordenador da Comissão Trabalhadores, aos problemas que afectam os trabalhadores das Pousadas de Portugal.
 
Na CGTP-IN, estes últimos anos, tanto ao nível da Cultura e Tempos Livres como do Centro de Arquivo e Documentação e fruto de um projecto financiado pelo POPH, tem sido desenvolvido um amplo trabalho de preservação, valorização e promoção do acervo documental à guarda da CGTP-IN, cujas actividades mais visíveis, foram a organização da exposição dos 40 anos da Central, na praça Luís de Camões em Lisboa de 3 a 11 Dezembro de 2010, e a edição dos livros: "Contributos para a história do movimento operário e sindical: das raízes até 1977" e "CGTP-IN: 40 anos de luta com os trabalhadores (1970-2010)".
 
Ao nível da segurança e saúde no trabalho, também com o apoio do POPH, foi desenvolvida uma campanha nacional, com a criação de diversos instrumentos para a acção sindical,  nomeadamente, o "Guia para a participação consciente em segurança e saúde no trabalho" e o "Guia para o acompanhamento do processo eleitoral dos representantes dos trabalhadores para a segurança e saúde no trabalho". Realizaram-se ainda diversos seminários temáticos relacionados com os temas da campanha. Basta de acidentes - Prevenção é solução.
 
Regressando à política, mas nacional, posso dizer que pela primeira vez nos últimos anos, voltei a ter esperança em relação ao Partido Socialista. É preciso voltar a dar esperança aos Portugueses construindo uma verdadeira alternativa de esquerda para governar Portugal.
 
Em Marvão, fruto do autismo político do PS, fui-me afastando desde 2001. Em 2005 ainda fiz parte das listas do PS à Assembleia Municipal, tendo acabado por me afastar.
 
A nível nacional, depois do apoio prestado a Manuel Alegre para Secretário-Geral do PS, nunca mais tinha participado em qualquer iniciativa, nem sequer, nos processos eleitorais ou congressos.
 
Este ano entendi, que a candidatura a Secretário-Geral do Partido Socialista de António José Seguro, significava tudo o que tenho nos últimos anos defendido em termos de diálogo e debate no PS, em respeito pelos princípios do Partido, mas também, pelo seu pensamento sobre o mundo do trabalho e a defesa do estado social em toda a sua extensão.
 
Apoiei esta candidatura. Dinamizei esse apoio com muitos outros sindicalistas socialistas da CGTP-IN e decidi candidatar-me a delegado ao próximo congresso do PS, para o qual fui eleito pela Secção de Marvão do Partido Socialista.
 
Espero que este Novo Ciclo que se abre na vida política Portuguesa e no PS, tenham sucesso.


Enfim! O tempo é de crise. Adivinham-se mudanças profundas em Portugal, alteração do actual regime democrático, assente no estado social e não na caridade como nos querem agora impor.


Tempos difíceis mas que nos obrigarão a todas e todos a encontrar novos caminhos, e espero que esta política da direita conservadora e salazarenta que está no poder, seja contestada e derrubada pelos trabalhadores e pelo povo para bem de Portugal.

09 agosto 2011

A propósito de comentário no Facebook sobre redução de despesas


Esta coisa de ser "obrigatório" diminuir a despesa tem muito que se lhe diga. Sempre à custa dos mesmos. Ninguém fala do aumento da receita, sem ser pela via dos impostos, porquê?

Milhões de fuga aos impostos. Como combatemos isso?

Tanta receita que se poderia obter... 

Economia clandestina. Tanto envelope que no fim do mês as empresas pagam a milhares de trabalhadores. Ainda pensamos que nos beneficia. Mas não. Prejudica-nos se tivermos uma situação desemprego, baixa médica e mais tarde no calculo da reforma. 

E no sector dos serviços, quanto o estado perde?

Desde oficinas, pequenas obras. Não se pedem facturas. A culpa é de todos nós. E nas transações de capitais? Quanta receita poderia ser obtida pelo estado... Milhões e milhões. Mas não. Nestas áreas o ESTADO não actua. Reconhece a sua incapacidade. É mais fácil reduzir a despesa, com sacrifícios para as pessoas, colocando na pobreza milhares pessoas, a quem a seguir, pela política de caridade deste Governo, vão fazer caridade, dando medicamentos, mas a seguir vão dar roupa, darão comida mas, mas o problema fundo não será resolvido. 
Perante tudo isto, nós, militantes de um Partido de esquerda tentamos encontrar medidas para reduzir a despesa. E a receita? 

24 julho 2011

António José Seguro eleito Secretário-Geral do Partido Socialista


Começou o Novo Ciclo na vida do Partido Socialista. Baseado naquilo em que acredito, dei o meu apoio publico a António José Seguro na sua candidatura a Secretário-Geral do PS.

Espero que consiga alcançar os seus objectivos em relação ao PS, e que consiga também, mobilizar os Portugueses e Portuguesas, em torno de um projecto alternativo de governo, para bem de Portugal, que combata as políticas nefastas do actual governo de direita do PSD/CDS que já estão a implementar e que continuarão, tentando acabar com muitas das conquistas sociais consagradas após o 25 de Abril de 1974.


23 julho 2011

Sondagem 8 do Percursos - Eleição do Secretário-Geral do PS


Colocada a pergunta nesta sondagem, os visitantes do Percursos, acertaram na Eleição de António José Seguro para Secretário-Geral do Partido Socialista, mas a dimensão do resultado oficial não foi tão elevado como aqui.

António José Seguro foi eleito com 67,98% dos votos contra 32,02% de Francisco Assis.


21 julho 2011

O Novo Ciclo só é possível, votando....


É preciso exercer o direito de voto para a eleição do Secretário-Geral do Partido Socialista.

Grupo de Sindicalistas Socialistas da CGTP-IN apoia António José Seguro para Secretário-Geral do Partido Socialista


No momento difícil em que o país se encontra, que abre um novo ciclo político, tanto no país como no Partido Socialista, os militantes sindicais socialistas que actuam no âmbito da CGTP-IN não podem ficar sem se posicionar no processo eleitoral que decorre no Partido Socialista, porque nunca como hoje as escolhas que fizermos terão tanta importância para o nosso futuro colectivo.

Os militantes sindicais socialistas da CGTP-IN, que, no âmbito da sua actividade sindical, têm intervindo na defesa do estado social, por um serviço nacional de saúde com qualidade, pela educação pública, pela manutenção de um sistema público de segurança social e pela defesa dos direitos dos trabalhadores;

E que, no âmbito da sua actividade política, têm defendido uma maior participação dos militantes na vida do Partido, que o PS deveria estar mais próximo dos trabalhadores, que deveria haver um constante diálogo com os sindicatos, respeitando a sua independência e autonomia, e que se deveria incentivar e dinamizar o papel da “Tendência Sindical Socialista” do PS;

Que neste contexto se deveria promover um amplo debate sobre o mundo do trabalho, incentivando uma maior aproximação do PS aos locais de trabalho e aos trabalhadores.

Tendo em conta estes pressupostos, um grupo de sindicalistas socialistas da CGTP-IN, na impossibilidade de o fazerem todos e todas, e após apreciação da Moção Política de Orientação Nacional “O NOVO CICLO – PARA CUMPRIR PORTUGAL”, decidiram apoiar a candidatura de António José Seguro a Secretário-Geral do Partido Socialista, por ser quem está em melhores condições para transmitir ao país esperança e motivação que permita construir uma verdadeira alternativa política para Portugal.

De entre os muitos sindicalistas socialistas que, desde os locais de trabalho aos Sindicatos, Uniões Distritais e Federações, desenvolvem a sua actividade no âmbito da CGTP-IN, subscrevem esta posição:

Fernando Gomes
Secretariado e Comissão Executiva do Conselho Nacional da CGTP-IN
Coordenador da Comissão de Trabalhadores do Grupo Pestana Pousadas
Direcção do Sindicato de Hotelaria e Turismo do Sul

Maria Conceição Rodrigues Sousa
Comissão Executiva do Conselho Nacional da CGTP-IN
Direcção do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses
Direcção Regional de Castelo Branco do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses

Óscar Soares
Presidente do Conselho Fiscalizador da CGTP-IN
Conselho Nacional da FENPROF - Federação Nacional dos Professores
Direcção Central do SPGL - Sindicato dos Professores da Grande Lisboa

Carlos Manuel da Silva Lopes
Conselho Nacional da CGTP-IN
Direcção do SNTCT - Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações

Filomena Ventura
Conselho Nacional da CGTP-IN
Conselho Nacional da FENPROF - Federação Nacional dos Professores
Direcção Central do SPGL - Sindicato dos Professores da Grande Lisboa

João Maria Mantinhas Maneta
Conselho Nacional da CGTP-IN
Direcção do SNTCT - Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações
Membro da Assembleia Municipal de Arraiolos

José Carlos Dantas
Conselho Nacional da CGTP-IN
Direcção do SIFAP - Sindicato Nacional dos Profissionais de Farmácia e Paramédicos

José Joaquim Letras Pinheiro
Conselho Nacional da CGTP-IN
Direcção do Sindicato Professores Zona Sul
Direcção da União Sindicatos do Norte Alentejano - Portalegre

Luís Dupont
Conselho Nacional da CGTP-IN
Vice-Presidente da Direcção Nacional do Sindicato das Ciências e Tecnologias da Saúde

Manuel Joaquim Alves Gonçalves
Conselho Nacional da CGTP-IN
Direcção do Sindicato dos Funcionários Judiciais
Direcção da União dos Sindicatos de Braga

Manuel Pereira dos Santos
Conselho Nacional da CGTP-IN
Conselho Nacional da FENPROF - Federação Nacional dos Professores
Direcção Central do SPGL - Sindicato dos Professores da Grande Lisboa

Ramiro Noro
Conselho Nacional da CGTP-IN
Direcção do Sindicato dos Trabalhadores do Sector Ferroviário

Virgílio Saraiva de Matos
Conselho Nacional da CGTP-IN
Delegado Sindical do STAL - Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local

Almerindo Rego
Presidente da Direcção Nacional do Sindicato das Ciências e Tecnologias da Saúde

Carlos João Tomás
Presidente da Direcção do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis da Beira Alta, Guarda

Abel Amadeu Esteves Meireles
Dirigente do SITAVA – Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos

Joaquim Jorge Veiguinha
Direcção Central do SPGL - Sindicato dos Professores da Grande Lisboa

Jorge António Almeida Ramalho
Direcção do SNTCT - Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações
Direcção da União Sindicatos do Distrito Évora
Presidente da Junta de Freguesia de São Marcos do Campo - Reguengos de Monsaraz

Augusto José de Urjais Gonçalves
Delegado Sindical do Sindicato dos Funcionários Judiciais

António Horta Morais
Activista Sindical

20 julho 2011

Porque apoio António José Seguro?




A 09 de Outubro de 2011 escrevia no meu blogue (http://www.percursos-fernando.blogspot.com/) que:

No PS de que sou militante, espero ardentemente por um novo tempo, um tempo em que ninguém viole os princípios do Partido, e que todos aqueles e aquelas que actualmente apoiam Sócrates não venham dizer que o líder de então é o melhor dos líderes, espero um tempo "Seguro" que transmita ao país esperança e motivação para o futuro e que nos tire das contradições que actualmente nos asfixiam.”

Esse tempo chegou. “O novo ciclo – para cumprir Portugal”, lema da moção de candidatura de António José Seguro a Secretário-Geral do Partido Socialista, as suas propostas, a sua actividade ao longo dos últimos anos de contactos com os militantes, praticando aquilo que agora defende, de promover um amplo debate no Partido sobre as posições que deveremos assumir no futuro, são para mim a garantia de que António José Seguro é o candidato que melhor serve o Partido Socialista e de que o país precisa.

Subscrevo por inteiro as suas posições, porque são minhas, como pessoa e como Sindicalista Socialista da CGTP-IN, nomeadamente, sobre a defesa do estado social, por um serviço nacional de saúde com qualidade, pela educação pública, pela manutenção de um sistema público de segurança social, e a consideração de que este “novo ciclo” se dirige aos trabalhadores, que o PS estará próximo dos trabalhadores, que se melhorará a relação com o mundo laboral, que haverá um constante diálogo com os sindicatos, respeitando a sua independência, que incentivará e dinamizará o papel da “Tendência Sindical Socialista” do PS. Enfim, como se afirma na moção, “o PS deve assumir o mundo do trabalho”.

Entre outras, são estas as principais razões que desde há muito tempo tenho afirmado, que, fossem quais fossem os candidatos a Secretário-Geral, eu apoiaria António José Seguro.



Fernando Gomes
Membro do Secretariado e da Comissão Executiva
do Conselho Nacional da CGTP-IN
Coordenador da Comissão de Trabalhadores
do Grupo Pestana Pousadas
Direcção do Sindicato de Hotelaria do Sul
Militante da Secção de Marvão do PS

Lisboa, 20 de Julho de 2011

12 julho 2011

XXXI Festival Nacional de Folclore em Santo António das Areias - Marvão


No próximo sábado o Rancho Folclorico da Casa do Povo de Santo António das Areias organiza o XXXI Festival de Floclore em Santo António das Areias, que terá inicio pelas 21 horas, com o habitual desfile, seguindo-se as apresentações dos grupos participantes no largo do Mercado Municipal.

10 julho 2011

António José Seguro debate com militantes no Alentejo


António José Seguro considera que renovar o Partido Socialista e reformar Portugal são duas grandes prioridades. Em debates promovidos com militantes no Alentejo, onde esteve hoje, dia 10 de Julho, em Portalegre e Beja, o candidato à liderança do PS falou «numa grande mudança a fazer no interior do partido, induzindo uma cultura de participação de todos os militantes». E deu um exemplo: «Os órgãos nacionais do PS passarão a reunir em várias regiões do país e não apenas em Lisboa. Utilizaremos um critério político para a escolha dos locais de reunião, em articulação com as respectivas federações, com o PS/Açores, com o PS/Madeira e concelhias. Porque um PS mobilizado tem que contar com os militantes e com os seus órgãos representativos», clarificou.

 Foto de Ricardo Oliveira

Se para o partido defende a renovação, para Portugal, António José Seguro pretende introduzir uma agenda reformista. «Necessitamos de um Estado forte, eficaz e moderno, com novas formas de organização, sem nunca perder as suas funções sociais», explicou.

Em relação à Europa, o candidato mostrou-se descontente com a actual realidade. «A Europa nasceu como um projecto de solidariedade e de coesão social e territorial. E não e isso que temos hoje, mas sim cada Estado a tratar a tratar de si», disse, acrescentando que urge «um Governo europeu económico e político com resposta para os desafios que se colocam».

A diferença de opiniões soma e fortalece o PS», esclareceu. Seguro lembrou ainda que «o novo ciclo está virado para o futuro, sem que deixemos de aprender com os erros do passado, no sentido de revitalizar o PS com base numa plataforma alargada para a construção da alternativa política». Para Seguro, há que promover «uma liderança colegial, capaz de ouvir para depois decidir, daí ser meu objectivo fomentar o pluralismo no debate e a unidade na acção, dar voz a cada um dos militantes e mobilizá-los para que possam dar o seu contributo político porque a riqueza do PS está nos seus militantes e simpatizantes. 

 Foto de Ricardo Oliveira

08 julho 2011