14 setembro 2016

A propósito da discriminação legal das candidaturas independentes às autarquias locais em relação aos partidos políticos

No debate que começa a existir sobre a discriminação legal das candidaturas independentes às autarquias locais em relação aos partidos políticos, despoletado por Rui Moreira, noto muita gente incomodada.

Mas todos sabemos e muitos de nós conhecemos factos concretos que levam ao aparecimento de candidaturas independentes às autarquias locais. 

Quando há maus autarcas que não respondem aos anseios das populações, sejam eles de que Partidos forem, há espaço para aparecerem candidaturas independentes.

Quando os Partidos se fecham em torno de dois ou três caciques e não tem em conta o saber, os anseios da maioria dos seus militantes e simpatizantes, há espaço para aparecerem candidaturas independentes.

Onde há boas governações que envolvem os Munícipes, onde há boas direcções partidárias que acolhem o que militantes e simpatizantes anónimos propõem, onde por opinião divergente ninguém é excluído, não há candidaturas independentes.

Não há que ter medo do novo, se esse novo significar que tanto os movimentos independentes como os Partidos terão as mesmas condições na apresentação de candidaturas, pois isso pode significar uma maior e melhor participação cidadã na vida política.
Movimento por Marvão - Candidatura Independente em 2009

19 agosto 2016

Usain Bolt

Um grande atleta.

Ouro nos 100 e 200 metros nos Jogos Olímpicos de 2008, 2012 e 2016.

Valeu a pena ficar acordado... 

05 agosto 2016

Uns dias de férias...

Há muito que não passava uns dias de férias no Souto da Casa, na casa dos tios Jacinta e António. Uns dias para descansar em sossego numa bonita aldeia, Souto da Casa, que agora está mais valorizada com a sua praia fluvial. Um espaço agradável para combater o calor que naqueles dias se fazia sentir.

Obrigado por estes dias...

31 julho 2016

Festival Internacional Música de Marvão, concerto de encerramento

Hong Kong Sinfonietta, com Veronika Eberle, violino, Edicson Ruiz, contrabaixo, Wiener Klaviertrio com direcção do maestro Christoph Poppen.

Tocam obras de Felix Mendelssohn (1809-1847), Ludwig van Beethoven (1770-1827), Giovanni Bottesini (1821-1889) e de Gioacchino Rossini (1791-1868).

Conjunto Anglo-Português em Marvão

Festival Internacional Música de Marvão

Com Heloísa Gaspar Ribeiro, violino, André Gaio Pereira, violino, Lourenço Macedo Sampaio, viola, José Nunes, viola, Pedro Silva, violoncelo e Auriol Evans, violoncelo tocam obras de Arnold Schönberg (1874-1951) e Piotr Tchaikovsky (1840-1893) a decorrer na Igreja de São Tiago em Marvão.  

30 julho 2016

Festival Internacional Música de Marvão

Na entrada para o nosso anfiteatro ao ar livre, onde assistiremos ao concerto com a Orquestra Filarmonia das Beiras, Vitorino e Janita Salomé, o Grupo Cantadores do Redondo com a direcção do Maestro António Vassalo Lourenço.  

19 julho 2016

METRO DE QUALIDADE PRECISA-SE

Avaria de comboio na linha amarela, perturbações na linha verde.

Ainda estamos a viver as consequências dos cortes e ataques aos direitos dos trabalhadores das empresas de transporte feitos pelo Governo PSD/CDS.

Só tinham um intuito. Enfurecer os utentes dos transportes públicos para justificarem a entrega a privados. 

O Governo do PS, com o apoio do BE, PCP e PEV, reverteu as concessões aos privados, mas agora é hora de garantir transportes públicos de qualidade. 

É hora de ter noção que em dias de eventos especiais e em horários específicos é preciso reforçar o número de carruagens a circular. 

07 julho 2016

DEBATES REGIONAIS SOBRE CONTRATAÇÃO COLECTIVA

 Está a decorrer no auditório do Sindicado dos Trabalhadores das Empresas do Grupo CGD (STEC) em Lisboa um dos debates regionais sobre contratação colectiva.

A convite da CGTP são oradores no debate João Reis, António Casimiro Ferreira, Vítor Ferreira e Joaquim Dionísio.

27 junho 2016

Manuel Carvalho da Silva no Jornal de Notícias: Vexame e morte no trabalho

Aqui deixo o artigo de opinião de Manuel Carvalho da Silva "Vexame e morte no trabalho" publicado na edição de 26.06.2016 do Jornal de Notícias.

A vida de um ser humano não pode valer menos no trabalho do que fora dele: o direito à segurança, à proteção do corpo e integridade do indivíduo, à dignidade, à saúde e à vida não podem ficar à porta das empresas e serviços, privados ou públicos. Trata-se de direitos humanos no trabalho.

Através de órgãos de comunicação social como o JN, de posições públicas da CGTP-IN e de partidos políticos da Esquerda, bem como de intervenções de instituições, tomamos conhecimento da ocorrência de graves acidentes de trabalho nas últimas semanas, que causaram mortes e feridos graves, de situações de tratamento indigno de trabalhadores, do aumento de casos de assédio moral e de doenças profissionais.

Muitas notícias sobre os acidentes de trabalho são superficiais; raramente são feitos com sensibilidade os retratos sociais dos seres humanos atingidos, da sua identidade pessoal e familiar, das relações sociais e papéis que partilhavam na comunidade. Este "esconder" do que no plano humano é mais valioso aligeira a observação que se pode fazer sobre o problema.

Os acidentes de trabalho não são inevitabilidades. Ninguém ignora que há perigos no trabalho, mas se houvesse cumprimento de regras de segurança, formação adequada dos trabalhadores, políticas de prevenção de riscos profissionais, combate sério à precariedade e a longos horários de trabalho, travões na ganância desmedida de patrões e na constante ladainha de que a "competitividade" depende da redução dos custos de trabalho, muitas mortes e sinistrados se podiam evitar e as doenças profissionais seriam reduzidas com grandes vantagens, até económicas, para a sociedade. Políticas de exploração desenfreada e de empobrecimento só podem gerar mais riscos, mais situações de rutura e miséria.

Condições indignas de alojamento de trabalhadores, o não pagamento de salários contratuais, a catalogação de processos de despedimento como "rescisões amigáveis", são práticas geradoras de sofrimentos e vexames que não podem ter lugar num Estado de direito. O assédio moral - tema em oportuno debate público, designadamente em decorrência de iniciativa legislativa do BE e do lançamento de uma campanha da CGTP-IN - prolifera no mundo do trabalho português. Patrões e chefias que perpetram ou permitem práticas intimidatórias de desestabilização, de hostilidade e degradação de relações, que levam os trabalhadores a desistirem do seu emprego ou a subjugarem-se de forma humilhante, devem ser responsabilizados por assédio moral, verdadeira tortura psicológica e fonte de doenças diversas. O direito dos trabalhadores a exigirem o cumprimento geral dos seus direitos, o exercício do direito à gravidez, à maternidade e à paternidade são direitos inalienáveis.

O trabalho pode ser menos sofrimento, mais espaço de dignidade, de realização, e forte ancoradouro do desenvolvimento. Para isso é necessário: i) colocar na agenda política estes temas e sobre eles consciencializar a sociedade; ii) os governantes acabarem com os discursos de promoção dos baixos salários, da flexibilização e desregulação laborais; iii) responsabilizar as grandes empresas e grupos económicos, que espremem as pequenas e se escondem atrás de complexas cadeias de contratações e subcontratações; iv) combater com coerência as precariedades e as novas praças de jorna; v) garantir liberdade de organização aos trabalhadores, o exercício da atividade sindical e a efetividade da negociação coletiva; vi) assegurar serviços de saúde e segurança nos locais de trabalho, e articular a ação dos médicos e enfermeiros do trabalho com a de outras áreas da saúde; vii) tornar mais eficaz a ação inspetiva e de fiscalização; viii na comunicação social, abordar-se com mais profundidade e consciência social os problemas do trabalho, em particular os que tocam profundamente a dignidade, a integridade, a saúde e a vida.

A sociedade portuguesa não deve condescender perante estes vexames e atentados à dignidade e à vida de quem trabalha: por uma questão de valores e de justiça, mas também porque jamais seremos uma sociedade desenvolvida e moderna se não formos capazes de os combater com êxito.

INVESTIGADOR E PROFESSOR UNIVERSITÁRIO

24 junho 2016

Referendo do Reino Unido: Posição oficial do Partido Socialista

Aqui deixo a todos e todas a posição oficial do Partido Socialista sobre o referendo no Reino Unido. Uma posição que assume uma critica ao actual momento da UE mas salienta que é no quadro da União Europeia que devemos criar uma alternativa mais solidária, mais justa, mais socialista às políticas actualmente desenvolvidas:

Referendo do Reino Unido: Posição oficial do Partido Socialista

O PS recebeu com tristeza os resultados do Referendo sobre a permanência do Reino Unido na União Europeia e considera que a opção manifestada pelos eleitores britânicos constitui um sinal muito preocupante para a União Europeia, como também para o próprio Reino Unido e os seus cidadãos.

Este momento deve ser lido como oportunidade e como grito de alerta, como um toque para que a Europa acorde do seu torpor e se supere. Agora, mais que nunca, é preciso reerguer a União Europeia, num projeto que defenda o Estado Social, a solidariedade, a democracia e os Direitos Humanos.

Este resultado demonstra que os cidadãos europeus pretendem uma alteração das políticas atuais, de melhor Europa e de maior proximidade aos problemas reais e uma intervenção capaz e eficiente das instituições europeias na resolução efetiva das crises que têm agitado a UE, nomeadamente as crises dos refugiados e das dívidas soberanas, onde essas mesmas instituições não têm tido capacidade de resposta e de soluções comuns.

Este resultado é uma oportunidade para a União Europeia se renovar e reencontrar o caminho da coesão social, crescimento económico, um espaço de paz e segurança e igualdade e convergência entre todos os Estados Membros.

O Partido Socialista, de acordo com a sua tradição europeísta, continuará empenhado em todas as frentes na procura de soluções que permitam reforçar a confiança e relançar o projeto europeu.

Acreditamos que é função dos Partidos Socialistas, em Portugal e no resto da União Europeia, defender uma alternativa, através de lideranças fortes, a esta União Europeia em crise. Uma alternativa mais solidária, mais justa, mais socialista.
 

20 junho 2016

E CONTINUA A MORRER-SE A TRABALHAR...

Aqui fica o comunicado à Imprensa n.º 036/2016 emitido pelo Departamento Segurança e Saúde no Trabalho da CGTP-IN:

Mais um acidente de trabalho grave na construção civil, numa obra em São Paio de Oleiros, Santa Maria da Feira, provocou, esta manhã, quatro feridos graves e um ligeiro na queda de uma placa de cimento.

Apesar de a construção civil ser alegadamente um sector em estagnação, que tem lançado no desemprego milhares de trabalhadores, o facto é que os acidentes de trabalho graves estão a suceder-se a um ritmo impressionante – este é o terceiro acidente de trabalho em três semanas, os dois primeiros com vítimas mortais. 

A CGTP-IN lamenta profundamente mais este trágico acidente, ao mesmo tempo que reitera a sua convicção de que os acidentes de trabalho não são inevitabilidades, têm sempre causas e culpados, e resultam directamente do incumprimento de regras de segurança e da não adopção das necessárias medidas de protecção dos trabalhadores. 

A crescente precariedade laboral que afecta todos os sectores e, em particular a construção civil, com grande aumento do número de trabalhadores sem qualificações e aos quais não é dada a formação necessária nomeadamente em matéria de prevenção dos riscos profissionais, tem contribuído fortemente, a par de outros factores, para a maior frequência e gravidade dos acidentes de trabalho. 

Para a CGTP-IN, a redução dos acidentes de trabalho passa em primeiro lugar pelo investimento na prevenção dos riscos profissionais e na promoção da segurança e saúde no trabalho. 

A vida humana não tem preço e a vida dos trabalhadores não pode continuar a ser o preço a pagar pela ausência das medidas de protecção que a entidade patronal considera que constituem um encargo excessivo! 

Todos os trabalhadores, enquanto seres humanos e enquanto cidadãos, têm um direito inalienável à vida, à saúde e à integridade física, bem como a trabalhar em condições saudáveis e seguras, garantidas pelas entidades patronais em todos os aspectos do trabalho.

Foto Sónia Rocha

19 junho 2016

Marcha em defesa da escola pública...

Decorreu ontem a Marcha em defesa da escola pública com a concentração e algumas intervenções a decorrerem no Marquês de Pombal e o desfile a realizar-se até ao Rossio.

Uma marcha que serviu para afirmar princípios em defesa da escola pública. Os colégios privados são complementares e não substitutos do ensino público. Quem quer escolher um colégio privado, tem que pagar, pois o Estado garante uma rede de ensino público de qualidade e universal que promove a igualdade.

A Marcha contou com a participação da CGTP-IN.

Estiveram também presentes muitos dirigentes sindicais da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN que depois de terem participado a 17 e 18 de Junho no Curso de Verão da Escola Sindical do Instituto Ruben Rolo fizeram questão de participar na Marcha.
Foto de Henrique Borges
Foto de Henrique Borges
Foto de Henrique Borges
Foto de Henrique Borges

18 junho 2016

Curso de Verão da Escola Sindical do Instituto Ruben Rolo

Decorreu nos dias 17 e 18 de Junho de 2016, em Lisboa, mais uma edição do Curso de Verão da Escola Sindical do Instituto Ruben Rolo onde participaram inúmeros dirigentes da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN.

No dia 17 tivemos uma conferência internacional sobre o combate à precariedade na Europa que contou com a presença de Miguel Cabrita, Secretário Estado do Emprego; Johannes Hauber (antigo Coordenador do Comité Europeu da Bombardier, Mannheim); Vítor Miranda (SPGL-Sindicato dos Professores da Grande Lisboa); António Chora (Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa, Palmela) e Eduardo Chagas (ETF-Federação Europeia dos Trabalhadores de Transportes, Bruxelas).

Usaram ainda da palavra Carlos Trindade, Secretário-Geral da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN e Reinhard Naumann, Director da Fundação Friedrich Ebert.

A moderação do debate esteve a cargo de Brígida Batista do SPGL.

No dia 18, animando o Curso de Verão, usaram da palavra Reinhard Naumann, Carlos Trindade, Fernando Gomes, Eduardo Chagas e Vítor Miranda.

15 junho 2016

COMISSÃO NACIONAL DO PARTIDO SOCIALISTA

Está a decorrer em Lisboa a primeira reunião da Comissão Nacional que já elegeu a Comissão Política, o Secretariado, a Comissão Permanente, o Presidente Honorário e a Secretária-Geral Adjunta que continua a ser a Ana Catarina Mendes.

Carlos Trindade, Secretário-Geral da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN, Fernando Gomes e Brígida Batista fazem parte, como efectivos, da Comissão Nacional eleita no 21.º Congresso.

14 junho 2016

FUTEBOL PARK ALAMEDA

Já cá estamos... Lotação esgotada...
Mas nem a lotação e o apoio dado à selecção ajudou a ganhar o jogo.
Mas ainda faltam dois jogos. É preciso acreditar.
Força Portugal