29 maio 2017

AS MENTIRAS SOBRE LULA E DILMA

XIV Congresso da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN (2.ª Sessão)

Aqui deixo publicação do Blogue da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN:

A 2.ª sessão do XIV Congresso da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN, que se realizou no Oceanário de Lisboa, decorreu dia 28 de Maio de 2017 durante a manhã.

A Mesa desta sessão foi composta por Mário Santos, João Maneta, José Pinheiro, Júlia Ladeiro, Carlos Trindade (Secretário-Geral da CSS da CGTP-IN), Fernando Jorge (Presidente da Mesa do Congresso), Armindo Carvalho, Maria da Luz Lopes, Manuel Pinto Silva e Fernando Lima.

Esta sessão continuou a discussão em torno da resolução politico-sindical onde os protagonistas foram os vários congressistas.

Esta sessão foi encerrada por Carlos Trindade, que apresentou as propostas de alteração à resolução, todas elas aceites.

O Presidente da Mesa do Congresso colocou, no final da discussão, à votação a resolução politico-sindical a qual mereceu aprovação unânime e que será aqui publicada brevemente.
Fotos da autoria de Fernando Lima

28 maio 2017

XIV Congresso da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN (1.ª Sessão)

Aqui deixo publicação do Blogue da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN:

O XIV Congresso da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN decorreu este fim de semana em Lisboa. Dividido em três sessões, decorreu nos dias 27 e 28 de Maio de 2017, no Oceanário de Lisboa.

O XIV Congresso teve como lema:

LUTAR POR UM PORTUGAL DE PROGRESSO NUMA UNIÃO EUROPEIA DESENVOLVIDA E SOLIDÁRIA 


Lutar, na CGTP-IN, por um sindicalismo mais reivindicativo, autónomo e democrático, verdadeiramente ao serviço dos trabalhadores

Na sua 1.ª sessão, a 27 de Maio, coube a Carlos Trindade, Secretário-Geral da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN fazer a intervenção de abertura.

A Mesa de abertura foi constituída por Manuel Góis Marques, Carlos Amado, Carlos João Tomás, Carlos Trindade (Secretário-Geral da CSS da CGTP-IN), Fernando Jorge (Presidente da Mesa do Congresso), Brígida Batista, Juan Carvalho Ascenção, Sara Pacheco e Eduardo Teixeira.

De seguida, Fernando Gomes, do Secretariado da CSS da CGTP-IN apresentou o regulamento de funcionamento que foi aprovado por unanimidade.

A resolução político-sindical foi apresentada por Carlos Trindade, passando de seguida ao debate e à apresentação de propostas.
Fotos da autoria de Fernando Lima

17 fevereiro 2017

Uma Europa solidária é possível, Conferência a decorrer no Hotel Plaza em Lisboa

Está a decorrer no Hotel Plaza em Lisboa a Conferência Internacional subordinada ao tema "Uma Europa solidária é possível"

A Conferência contou com a participação na sessão de abertura de representantes das instituições organizadoras, nomeadamente, Reinhard Naumann (Fundação Friedrich Ebert), Fernando Jorge Fernandes (Instituto Ruben Rolo) e Pedro Silva Pereira (Fundação Res Pública).
Reinhard Naumann, Pedro Silva Pereira, Fernando Jorge Fernandes e Klaus Busch

O primeiro orador da Conferência é Klaus Busch da Universidade de Osnabrück que aborda o tema "Uma Europa solidária é possível".

No segundo painel sobre "Políticas solidárias a nível nacional e na União Europeia" usaram da palavra João Paulo Correia, deputado do Partido Socialista e Fernando Gomes do Instituto Ruben Rolo e do Secretariado e Comissão Executiva do Conselho Nacional da CGTP-IN.
João Paulo Correia, Brígida Batista e Fernando Gomes

O debate foi moderado por Brígida Batista dos órgãos da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN e do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL).

20 janeiro 2017

EM PORTALEGRE NA BIBLIOTECA MUNICIPAL

Na apresentação no distrito do livro "Contributos para a História do movimento operário e Sindical, 1977-1989" a decorrer na Biblioteca Municipal.

21 novembro 2016

Debate sobre a Concertação Social: entre interesses e visões estratégicas

A partir da leitura das atas da Comissão Permanente da Concertação Social, exercício nunca antes feito em Portugal, o Caderno do Observatório sobre Crises e Alternativas, intitulado “A atividade da CPCS de 2009 e 2015: ecos das políticas europeias”,aborda aquele período e conclui que o peso da agenda governamental naquele órgão institucional, opção inscrita desde a sua criação, transmutou-se numa supremacia dos assuntos e das agendas determinadas pelas instâncias comunitárias, em desvalorização de uma discussão mais específica de temas prementes para uma estratégia nacional, muitos vezes reclamada pelas confederações.

É a partir deste mote que o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra/ Observatório sobre Crises e Alternativas desafiou dois dos principais intervenientes nesse diálogo, António Saraiva (presidente da CIP) e Arménio Carlos (secretário-geral da CGTP), a refletir sobre as principais tendências da Concertação Social em Portugal e sobre o contributo que este corpo institucional do diálogo social poderá dar para o desenvolvimento do país.

23 de Novembro de 2016, 16:30 horas, Casa do Alentejo
(Rua das Portas de Santo Antão, 58 | Lisboa)


Programa

Breve apresentação do Caderno A actividade da CPCS de 2009 e 2015: ecos das políticas europeias, por Manuel Carvalho da Silva (Coordenador do CES/Lisboa).

Mesa Redonda com:

António Saraiva (Presidente da CIP – Confederação Empresarial de Portugal)

Arménio Carlos (Secretário-geral da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses) 

Moderador: António Casimiro Ferreira (Professor da FEUC/Investigador do CES)

17 novembro 2016

Bolota: da má memória ao brilhante futuro

Aqui deixo uma notícia de João Galvão sobre a bolota, um produto que no Alentejo existe e que pode ser aproveitado:

Em tempos de guerra e carestia a bolota substituía na alimentação o cereal que escasseava. Em tempos de bonança dava-se ao gado. Hoje em dia, mais que novidade resgatada do passado, a bolota é uma bomba de saúde.

Quando Alfredo Sendim, proprietário da Herdade do Freixo do Meio, em 1995 tomou consciência da quantidade de quercus que o seu montado tinha, e do eventual desperdício de alimento potencial que ficava no chão, resolveu dar-lhes bom uso:

“A bolota é um dos alimentos mais equilibrados para o ser humano que a natureza nos oferece”, diz-nos. “Já foi o nosso principal alimento, há seis séculos. Sendo extremamente equilibrada e promotora de saúde, a bolota de qualquer Quercus [carvalhos, sobreiros, azinheiras, freixos] tem um equilíbrio extraordinário entre proteína, hidratos de carbono e gordura. Esta ultima é idêntica ao azeite. Os seus hidratos de carbono não têm glúten e são de cadeia longa, o que promove um bom índice glicémico. É fortemente antioxidante, prébiotica e anti-inflamatória, através do ácido cloragénico.”

A Herdade do Freixo do Meio pediu a participação do Instituto de Biologia Molecular e Celular da Universidade do Porto para ser estudado o efeito deste ácido, abundante na bolota, sobre as doenças neurológicas degenerativas. O ácido cloragénico tem um enorme efeito no combate aos radicais livres, o que torna a bolota, no mínimo, interessante do ponto de vista clínico e com potencial para futura aplicação em doenças como o Alzheimer.

Estas e outras conclusões foram apresentadas ao público no “Symposium: A Bolota, o futuro de um alimento com passado” que a Herdade efetuou em março passado. O objetivo deste foi divulgar o conhecimento e as práticas atuais em torno da valorização deste recurso essencial, pelo que foram apresentados resultados de uma investigação aplicada sobre as características nutricionais e funcionais da bolota, o potencial económico da fileira, os aspetos tecnológicos, bem como os aspetos histórico-sociológicos.

A bolota substitui diretamente a farinha de cereais, a batata e a amêndoa, por exemplo. Diz-nos o engenheiro Alfredo Sendim que neste symposium “foram saboreados pão, bolos, bolachas, pastéis de nata, bombons, filhoses, doçaria regional, sopa, croquetes, hambúrgueres, enchidos, pratos confecionados, café, licor, aguardente, cerveja, Gin, gelado, iogurte, …” todos realizados com a bolota como base de trabalho.

Perante tão longa lista de predicados perguntámos ao engenheiro que razões haveria para que a bolota não fosse já um produto de uso comum. Respondeu-nos, diplomaticamente “erro humano, desconhecimento”. As razões na realidade podem ser mais profundas: erro humano e desconhecimento serão certamente as razões que podemos apontar a uma geração mais jovem. Para todas as outras, será certamente a memória de tempos difíceis, quando a bolota era o último recurso. Jennifer Paterson, a morena das Two Fat Ladies, aponta a mesma razão para o facto de muitos ingleses de mais idade não gostarem de coelho. Quando se comia determinada coisa em tempos de pobreza, quando melhoramos a condição de vida a primeira coisa que fazemos é deixar de comer essa mesma coisa que nos traz lembranças da fome.

Alfredo Sendim defende mesmo a o uso da bolota como motor económico para a região, uma vez que “tem um potencial superior ao da cortiça”.

Se não estiver nos seus planos dar por agora um salto ao Alentejo, pode conhecer os derivados de bolota do Freixo do Meio, e toda a sua restante oferta biológica, na loja da Herdade no Mercado da Ribeira, em Lisboa.

Texto de:
JOÃO GALVÃO
13.11.2016

12 novembro 2016