Mostrar mensagens com a etiqueta Sindicalismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sindicalismo. Mostrar todas as mensagens

19 julho 2025

Intervenção na Conferência comemorativa dos 50 anos do STSS

O Movimento Sindical Português: o Contexto Actual e Desafios de Futuro

Bom dia a todas e a todos.

Quero, em primeiro lugar, agradecer o convite ao Instituto Ruben Rolo (IRR), ao Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores de Saúde das Áreas de Diagnóstico e Terapêutica, na pessoa do seu presidente da Direcção, Luís Dupont, e felicitar-vos pelos vossos 50 anos de intervenção e luta em prol dos trabalhadores que representam.

Saudar os membros do painel, Dora Fonseca e Francisco Gonçalves;

Uma saudação especial ao Manuel Carvalho da Silva, antigo secretário-geral da CGTP-IN, que sempre soube incluir em todas as discussões e espaços de intervenção os dirigentes que compõem e desenvolvem a sua acção no movimento sindical associado à CGTP-IN, contribuindo, com isso, para a construção de uma Confederação com influência, desde os locais de trabalho até à sociedade.

Saúdo também o secretário-geral da CGTP-IN, Tiago Oliveira, em quem depositamos a esperança de que contribua, em unidade, para o reforço da CGTP-IN, dos seus sindicatos e do sindicalismo em geral, por ser de uma geração à qual precisamos de chegar para efectivar a renovação das estruturas sindicais.

O desafio que nos foi colocado, de em 10 minutos, podermos abordar o contexto actual e os desafios de futuro do sindicalismo em Portugal, é, desde logo, difícil de cumprir.

Vivemos tempos de incerteza, mas com enorme ambição de lhe podermos dar resposta. A precariedade que afecta de forma dramática os jovens, com todas as suas consequências, desde a insegurança e os baixos salários, a impossibilidade de arrendar ou comprar casa, as desigualdades que daí resultam, a falta de habitação, é hoje o rosto da instabilidade e revolta social das pessoas.

Ao mesmo tempo, há quem tudo faça para nos colocar uns contra os outros.

As políticas para a imigração são um desses exemplos.

1. A realidade sindical em Portugal

Para compreender o presente, é fundamental olhar os dados. Portugal é hoje um dos países europeus com mais baixa taxa de sindicalização.

Apesar disso, as estruturas sindicais continuam a ter um peso significativo:A CGTP-IN, com cerca de 562.500 trabalhadores organizados (dados apurados no Congresso de Fevereiro 2024 com base nas actas das eleições dos sindicatos), enquadrando 124 sindicatos, dos quais 79 filiados e presença territorial em todo o país;
A UGT, com cerca de 435 mil membros, agregando também sindicatos com importante expressão.

A somar a estas duas centrais, existem ainda sindicatos independentes, alguns com crescente visibilidade em sectores específicos — particularmente na Função Pública e entre profissões técnicas, como é o vosso caso.

A verdade é que, apesar da quebra na filiação, as centrais sindicais continuam a ser os principais representantes formais dos trabalhadores em Portugal. Mas enfrentam o desafio de renovação, da ligação aos jovens, a necessidade de trabalharmos a acção sindical em sectores crescentes da classe trabalhadora não organizados, desde os trabalhadores das plataformas aos trabalhadores imigrantes, de forma a não deixarmos espaços de representação que possam ser ocupados por movimentos inorgânicos que só usam a classe trabalhadora para a agitação e não resolvem os problemas concretos de quem trabalha.

2. Os novos desafios da acção sindical

2.1. Plataformas digitais: o trabalhador invisível

O avanço da tecnologia criou novos espaços de trabalho – mas também novas formas de exploração. O trabalho por aplicação, a subcontratação em cadeia e o “falso trabalho independente” retiram protecção, fragilizam as relações de trabalho, promovem os baixos salários, a insegurança a vários níveis e afastam os trabalhadores dos sindicatos.

Aqui, a nossa acção deve ser clara: encontrar formas de reconhecer estes trabalhadores como dependentes economicamente, sindicalizá-los e organizá-los em torno da luta por melhores salários, condições de trabalho, acesso à saúde e Segurança Social e garantir-lhes outros direitos colectivos.

2.2. Trabalhadores imigrantes: acolher, integrar, organizar e representar

Portugal acolhe hoje dezenas de milhares de trabalhadores estrangeiros – na construção, agricultura, restauração, hotelaria, serviços sociais, e até mesmo em muitas áreas da saúde, como muitos de vós certamente conhecerão. Muitos vivem situações de abuso, exploração, racismo e xenofobia.

A situação agrava-se quando um Governo do PSD/CDS esquece os princípios humanistas e social-democratas e assimila a agenda da extrema-direita, no discurso e na acção.

É preciso que se faça um trabalho dirigido junto dos trabalhadores imigrantes, de esclarecimento dos seus direitos individuais e colectivos, na sua sindicalização e organização, por forma a que participem na luta geral de todos os trabalhadores e trabalhadoras, pela defesa da valorização salarial e de melhores condições de trabalho.

Devemos exigir a intervenção da ACT nos locais de trabalho e nas empresas, de modo a combater a desigualdade salarial entre trabalhadores. Trabalho igual, salário igual, seja um trabalhador português ou estrangeiro.

A luta pelos direitos dos imigrantes é uma luta pelos direitos de todos, tal como no passado e ainda hoje, a luta pela igualdade entre Mulheres e Homens é uma luta de todos.

2.3. Jovens trabalhadores: respostas para as suas preocupações

Os jovens são profundamente afectados pela precariedade, o que leva à insegurança e à falta de investimento na melhoria das condições de trabalho (SST). Precisamos de fazer um combate à precariedade, na Administração Pública, mas agora, especialmente, no sector privado.

Importa, por isso, desenvolver estratégias de aproximação sindical aos jovens, não apenas em linguagem ou meios, mas sobretudo em propostas transformadoras que respondam às suas preocupações: redução do horário de trabalho no sector privado, valorização dos salários, clima, igualdade e habitação.

3. Caminhos e perspectivas para o futuro

Enquanto sindicalistas, precisamos de criar agendas mobilizadoras que possibilitem o reforço dos sindicatos, através:Do aumento dos salários e combate à precariedade;
Da redução do horário de trabalho;
Da resolução do problema da caducidade da contratação colectiva;
Da defesa do Estado Social e o reforço das funções sociais do Estado;
Da luta pelo direito à habitação;
Da necessária transição climática.

Mas precisamos também de Formar, Formar, Formar: sobre a história e os princípios do movimento sindical; sobre as lutas sociais, negociação colectiva e conquistas históricas; sobre a importância da solidariedade e da acção colectiva; precisamos de comunicar eficazmente com os trabalhadores, ouvindo e explicando posições; mobilizar para acções, greves ou plenários com clareza e motivação; usar ferramentas digitais, redes sociais e linguagem acessível, sem nunca deixar o essencial. O contacto pessoal com os trabalhadores e trabalhadoras.

Para alcançarmos este objectivos, e digo-o especificamente quanto ao espaço de intervenção sindical onde desenvolvo a minha actividade, enquanto sindicalista na CGTP-IN, exige-se o respeito por todas as correntes de opinião político-ideológicas, unidade na diversidade, coesão, pois só assim estaremos a lutar pela defesa dos direitos e interesses da classe trabalhadora.

4. A urgência das convergências sociais, sindicais e políticas

Permitam-me, para concluir, sublinhar algo que considero absolutamente essencial: a necessidade de construir convergências sociais, sindicais e políticas.

Os momentos que vivemos, de ataque aos direitos dos trabalhadores, ao Estado Social, exige das confederações e sindicatos respostas que salvaguardem os direitos e interesses da classe trabalhadora.

É urgente avançar em:Convergências entre a CGTP-IN, a UGT e sindicatos independentes, sem perda da sua autonomia, em defesa da lei da greve, da saúde, da Segurança Social;
Ao nível sectorial, tal como o STSS faz nas negociações com o Ministério da Saúde ou nos SAMS, como em tantos outros sectores, no presente ou no passado, plataformas conjuntas de acção reivindicativa em torno de temas centrais como salários, habitação, saúde, Segurança Social, educação e clima;
E, sobretudo, construir pontes sociais e políticas que nos permitam avançar para soluções mais justas e sustentáveis para o povo, para os trabalhadores, para a sociedade.

Precisamos de um sindicalismo forte, mas também de um movimento social alargado, capaz de unir as vozes dos trabalhadores, dos jovens, dos imigrantes, dos excluídos.

Conclusão:

O sindicalismo é, por definição, reivindicativo. É resistência, mas também proposta. É denúncia, mas sobretudo deve ser acção e luta para a melhoria das condições de trabalho e para a construção de um país melhor.

Se queremos um Portugal mais justo, mais coeso e mais democrático, o sindicalismo não é apenas necessário – é insubstituível. E será tanto mais forte quanto mais unido, plural e democrático for.

Muito obrigado

Intervenção de Fernando Gomes

Membro da Direcção do Instituto Ruben Rolo

Auditório AEP – Matosinhos

19 de Julho de 2025 | 11:00 Horas

20 setembro 2022

Boletim CGTP Cultura sobre Arquivos da CGTP-IN

 Aqui fica o n.º 1 da terceira série do CGTP Cultura com um novo layout.

O CGTP Cultura foi criado para dar expressão publica às actividades da área da Cultura e Tempos Livres da CGTP-IN e agora também sobre o Centro de Arquivo e Documentação da CGTP-IN.

Esta edição é sobre o trabalho desenvolvido no âmbito do projecto que temos vindo a desenvolver sobre património documental e museológico da CGTP-IN.

14 janeiro 2022

Intervenção de Fernando Gomes, Secretário-Geral da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN, no encontro com António Costa

Fernando Gomes, Secretário-Geral da Corrente, por ocasião do encontro de António Costa com o mundo do trabalho que se realizou hoje no Auditório do Metropolitano de Lisboa, estação do Alto dos Moinhos.




Encontro com António Costa e o Mundo do Trabalho

Sexta-feira | 14 de Janeiro | 11 horas

Auditório do Metropolitano de Lisboa – Alto dos Moinhos, Lisboa

Intervenção de Fernando Gomes

Secretário-Geral da

Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN

Estimados Camaradas:

António Costa, Secretário-Geral do PS,

Sérgio Monte, Secretário Nacional do PS para o Trabalho,

Ana Paula Bernardo, Secretária-Geral-Adjunta da UGT,

Mário Mourão, Presidente da TS do PS,

Fátima Fonseca, Secções Acção Sectorial,

Camaradas delegados, dirigentes e activistas sindicais,


Em nome da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN, saúdo-vos fraternalmente e, através de cada um de vós, saúdo os trabalhadores e trabalhadoras que vivem e trabalham em Portugal, saudando também muito calorosamente o Partido Socialista por realizar esta importante iniciativa com o mundo do trabalho.

Recordo que a Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN enquadra delegados, dirigentes e activistas sindicais socialistas e independentes que desenvolvem a sua actividade no âmbito dos sindicatos, uniões e federações e nos órgãos centrais da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional.

Camaradas,

Segundo os dados do INE relativos a Novembro de 2021, a população empregada entre os 16 e os 74 anos nunca foi tão elevada (+ 4852 milhões). Esta é uma das marcas da governação do Partido Socialista, que apesar da crise pandémica, fruto dos apoios dados às empresas e aos trabalhadores e às suas famílias, conseguiu evitar o crescimento do desemprego, que, em Novembro de 2021, se situava nos 6,3%.

Nós, sindicalistas socialistas e independentes, desenvolvemos a nossa acção sindical no seio dos trabalhadores, conhecemos os seus anseios e aspirações, as suas dificuldades e preocupações, pois intervimos em sectores de actividade em que a acção política do governo tem impacto, tanto no sector privado como na Administração Pública.

Estamos presentes e agimos sindicalmente nos sectores de actividade em que os baixos salários e o salário mínimo são predominantes, desde a restauração às cantinas, refeitórios e hotéis até às limpezas industriais, serviço doméstico e vigilância privada, passando pelo vestuário, têxteis, lanifícios e calçado, entre muitos outros. Nestes sectores precisamos de dinamizar a contratação colectiva.

É por isso que importa valorizar, em primeiro lugar, as conquistas do governo do PS alcançadas com o salário mínimo nos últimos sete anos, incluído já 2022. De facto, foram mais 200€ mensais (40%) em sete anos – nunca, desde o 25 de Abril, houve um incremento tão grande do Salário Mínimo Nacional (SMN).

Depois, queremos afirmar que o objectivo dos 900€ até 2026 é justo, coerente e responsável. Justo porque os trabalhadores e trabalhadoras merecem uma vida melhor. Coerente e responsável porque o governo do PS e de António Costa cumpriu, até agora, o que estava estabelecido para o SMN. Esta é a garantia de que em 2026 teremos 900€ de SMN – desde que o PS continue a governar, porque o PSD já afirmou que, se for governo, não vai haver aumentos do Salário Mínimo Nacional.

Camaradas,

Na Administração Pública, os trabalhadores e trabalhadoras que representamos, entre outros, os técnicos superiores de saúde das áreas de diagnóstico e terapêutica, os professores e auxiliares de educação, os funcionários judiciais, os trabalhadores das autarquias, anseiam que, na próxima legislatura, além da valorização salarial, exista diálogo social e negociação sobre as suas carreiras.

Camaradas,

Este encontro de António Costa com o mundo do trabalho é muito oportuno e extremamente relevante. Tive oportunidade de defender, no âmbito do Gabinete Estudos do PS, que a mensagem do nosso Partido deve dirigir-se, em primeiro lugar, aos trabalhadores e às trabalhadoras.

Conquistas (2015-2021)
Hoje, estamos a dirigir-nos a este eleitorado. Importa, pois, sermos directos.

Além da marca da valorização do Salário Mínimo Nacional nos últimos anos e do objectivo de chegar aos 900€ até 2026, que aqui já referi, há que lembrar ainda outras importantes conquistas do governo do PS e de António Costa que beneficiaram, directa ou indirectamente, os trabalhadores e as suas famílias – e, por reflexo, as próprias empresas:

· A redução das propinas, desde 2017, de 1 063,47€ para 697€;

· Os manuais escolares gratuitos para mais de 900 mil alunos da escolaridade obrigatória;

· O reforço do Serviço Nacional de Saúde (SNS), entre 2015 e 2021, com mais 28 741 profissionais de saúde e o investimento em mais de 2,5 mil milhões de euros;

· O êxito da vacinação contra a COVID-19;

· A garantia de sustentabilidade da Segurança Social (SS) em mais de vinte anos e o fundo de estabilização financeira da SS a garantir pensões por cerca dois anos;

· A recuperação de rendimentos, o descongelamento de algumas carreiras na Administração Pública;

· E, finalmente, a política mais importante que beneficiou directamente os rendimentos de centenas de milhares de famílias – a redução dos passes sociais.

E o governo PS e António Costa realizaram estas políticas em seis anos com uma outra importantíssima vitória – em 2019, atingiu-se o primeiro excedente orçamental em democracia, 440 milhões de euros, o que tem reflexos directos no equilíbrio das finanças públicas.

Camaradas,

Quero deixar também uma referência sobre o plano de reestruturação da TAP, cuja aprovação junto da Comissão Europeia o nosso governo conseguiu garantir. Conhecemos as preocupações de muita gente porque só ouvem na comunicação social falar dos milhões de euros de dinheiro público que são injectados na empresa. Precisamos de apresentar às pessoas as consequências sociais e económicas do fim da TAP.

· Anualmente, perderíamos cerca de 3 mil milhões de euros de exportações;

· Mais de mil empresas fornecedoras, a quem a TAP faz compras, perderiam cerca de 1300 milhões de euros anuais;

· 10 mil trabalhadores, directos, iriam para o desemprego.

Era este o caderno de encargos que pesaria sobre milhares de trabalhadores e suas famílias, empresas, a economia e o país e sobre o qual o Estado teria de responder, caso o nosso governo tivesse decidido o fim da TAP – felizmente, o governo PS tomou a decisão política correcta. Mas, camaradas, se o PSD for governo, acabará com a TAP, conforme já prometeu.

Caro Secretário-Geral, Caros e Caras Camaradas,

Estas eleições significam um confronto entre dois modelos de desenvolvimento. O combate à direita e à extrema-direita exige, da nossa parte, mobilização e intervenção para explicar as políticas concretizadas pelo governo do PS. É preciso lembrar as conquistas dos últimos seis anos, desde a recuperação da economia até ao combate à pandemia, e afirmar que só o Partido Socialista e António Costa podem continuar esta trajectória.

Propostas (2022-2026)
Enquanto sindicalista socialista da CGTP-IN, importa referir que, nestas eleições, o programa eleitoral do PS, em muitas matérias, dá resposta aos anseios e às preocupações dos trabalhadores e trabalhadoras e das suas organizações sindicais. O discurso sobre o mundo do trabalho não é exclusivo de nenhum partido, muito menos do BE e do PCP, que se aliaram à direita e à extrema-direita para chumbar o Orçamento do Estado para 2022 e impedir a concretização de políticas progressistas que o integravam.

Assim, realço como muito positivas algumas das propostas que constam do programa eleitoral do PS:

· A construção, até 2026, de cem unidades de cuidados de saúde primários e a construção dos hospitais Central do Alentejo, Lisboa Oriental, Seixal, Sintra, Central do Algarve e a maternidade de Coimbra, reforçando assim o SNS;

· A alteração do regime de recrutamento dos professores, introduzindo factores de estabilidade no acesso à carreira;

· As creches gratuitas, de forma progressiva, até 2024;

· A redução da pobreza, em geral, salientado a importância da diminuição da pobreza nas crianças e nos trabalhadores;

· A concretização da agenda do trabalho digno, de forma especial, todas as medidas que combatam a precariedade dos vínculos laborais;

· A discussão de novas formas de equilíbrio dos tempos de trabalho, incluindo a ponderação de aplicabilidade em diferentes sectores das semanas de quatro dias;

· O aumento do rendimento médio por trabalhador em 20% entre 2022 e 2026;

· E, por fim, pelo impacto positivo na vida de cada vez mais trabalhadores, e que já referi, o aumento do salário mínimo nacional para 900€ em 2026.

Assim, a Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN apela aos trabalhadores e às trabalhadoras para que, a 30 de Janeiro, votem no Partido Socialista por forma a que António Costa continue como primeiro-ministro.

Só António Costa e o PS estão em condições de nos garantir estabilidade governativa, credibilidade junto da UE através de uma política de contas certas, a continuidade do trabalho de recuperação da economia no sentido do desenvolvimento sustentável, a garantia de que vai continuar a enfrentar os desafios que a pandemia nos trouxe e a trabalhar para que a classe trabalhadora tenha um país melhor.

Viva os Trabalhadores e Trabalhadoras!

Viva o Sindicalismo Democrático, Reivindicativo e Autónomo!

Viva o PS!

Viva Portugal!

18 novembro 2021

CGTP-IN (Migrações) reúne com OGB.L no Luxemburgo

Decorre neste momento uma reunião de trabalho entre uma delegação da CGTP-IN e a OGBL na Câmara dos Assalariados (CSL), em Bonnevoie.

Pela CGTP-IN está presente Fernando Gomes, do Departamento das Migrações, e Carlos Trindade, do sindicato português STAD e ex-responsável do Departamento das Migrações da CGTP-IN.
Pela OGBL estão presentes: Nora Back, presidente da OGBL; Carlos Pereira e Véronique Eischen, da Comissão Executiva da OGBL; e Eduardo Dias e Sónia Neves, do Departamento dos Imigrantes da OGBL.
Entre os assuntos em cima da mesa está a preparação da celebração dos 30 anos em 2022 do acordo de cooperação assinado entre a CGTP-IN e a OGBL em 1992.

16 novembro 2021

CONGRESSO DA TENDÊNCIA SINDICAL SOCIALISTA DA UGT (TSS DA UGT)

A Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN participou este sábado, 13 de Novembro de 2021, na sessão de encerramento do VIII Congresso da TSS da UGT, com uma delegação composta por Fernando Gomes (Secretário-Geral da CSS da CGTP-IN), Carlos Trindade, Fernando Jorge Fernandes e Luís Dupont.

Na ocasião o Secretário-Geral da CSS da CGTP-IN teve oportunidade de se dirigir ao Congresso e felicitar Mário Mourão, eleito Secretário-Geral da TSS da UGT.
Fotografias de:
©TSS da UGT
©PS/Jorge Ferreira

12 novembro 2021

Conferência "Movimento Sindical: Arquivos, Memória e Património

A conferência está a decorrer no auditório da CGTP-IN, em Lisboa, reunindo confederações sindicais do Brasil, Espanha e França e organizações nacionais para debater a situação do património documental e museológico do movimento sindical.

Ver programa com horários em baixo:


27 outubro 2021

CGTP-IN promove conferência internacional sobre arquivos, memória e património do movimento sindical

A conferência realiza-se a 12 de Novembro de 2021, no auditório da CGTP-IN, em Lisboa, reunindo confederações sindicais do Brasil, Espanha e França e organizações nacionais para debater a situação do património documental e museológico do movimento sindical.

Foi no contexto do trabalho, do processo produtivo, do processo transformador da economia que se produziu a maior quantidade de fundos documentais. A produção documental das organizações sindicais acompanha, naturalmente, estes processos.

Como estão estas organizações, em Portugal, a salvaguardar o seu património documental e museológico? Que projectos existem no nosso país que promovam a organização, preservação e valorização deste património?

Há políticas públicas que estimulem e apoiem o conhecimento e protecção destes acervos? A legislação existente assegura a concretização destas tarefas? Para abordar estas questões, a CGTP-IN convidou a Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB) e a Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC).

Importa também saber como enquadram as associações de profissionais da informação este sector, estas preocupações, na sua actividade. Contamos com a Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Profissionais da Informação e Documentação (BAD) para nos elucidar sobre este tema. 

E no plano internacional, que exemplos de entidades congéneres poderão servir-nos de referência? Convidámos, para o efeito, a Central Única de Trabalhadores (CUT), do Brasil, as Comisiones Obreras (CCOO) e a Unión General de Trabajadores (UGT), ambas de Espanha, e a Confédération Générale du Travail (CGT), de França. 

Estas são algumas das questões que motivaram a CGTP-IN a promover esta conferência. Pretende esta confederação estimular a discussão em torno destes temas e apresentar o trabalho que tem em curso no que respeita à organização, preservação e valorização do seu património documental e museológico. 

Será esta ainda ocasião para sensibilizar trabalhadores, dirigentes, delegados e funcionários sindicais, comunidade académica, sociedade em geral, para a importância da salvaguarda deste património e a sua relevância para o conhecimento da memória operária e sindical e, com isso, para uma mais completa compreensão da nossa história colectiva, em todos os domínios da vida do nosso país, desde meados do século XIX.

Inscrições (limitadas) até 5 de Novembro: https://tinyurl.com/8pst9m92

04 agosto 2021

Condecoração da CGTP-IN pelo Presidente da Republica, Marcelo Rebelo de Sousa

Conforme havia anunciado no passado dia 1 de Outubro de 2020, aquando do 50.º aniversário da CGTP-IN, o Presidente da República condecorou a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional (CGTP-IN) como Membro Honorário da Ordem do Infante D. Henrique.
O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa entregou as insígnias à Secretária-Geral da CGTP-IN, Isabel Camarinha, numa cerimónia restrita realizada no Palácio de Belém na qual estiveram presentes, Ana Pires, Fernando Gomes, Joaquim Mesquita, José Carlos Martins, Rogério Silva, Sebastião Santana e Vivalda Silva, Membros da Comissão Executiva da CGTP-IN.

16 maio 2021

Intervenção no debate CGTP-IN: das raízes à actualidade, sindicalismo do presente para o futuro

A minha intervenção no debate “CGTP-IN: das raízes à actualidade, sindicalismo do presente para o futuro" que decorreu a 16 de Março de 2021, na Casa do Alentejo. Um debate inserido nas comemorações dos 50 anos da CGTP-IN.

30 abril 2019

A minha intervenção no jantar de sindicalistas com Pedro Marques no Porto

A minha Intervenção, em nome da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN, no jantar de sindicalistas socialistas e independentes com Pedro Marques, cabeça de lista do Partido Socialista às eleições europeias de 26 Maio, na Sala dos Despachantes da Alfândega do Porto que se realizou a 30 de Abril de 2019.
Fernando Gomes

A minha Intervenção no jantar de sindicalistas com Pedro Marques

A minha Intervenção, em nome da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN, no jantar de sindicalistas socialistas e independentes com Pedro Marques, cabeça de lista do Partido Socialista às eleições europeias de 26 Maio, na Sala dos Despachantes da Alfândega do Porto que se realizou a 30 de Abril de 2019.

11 setembro 2018

Segurança e Saúde no Trabalho em debate

A participar, em representação da CGTP, no seminário europeu sobre estratégias nacionais de segurança e saúde no trabalho a decorrer em Atenas, Grécia, aqui com a companheira da UGT España, Ana Garcia de la Torre.

15 julho 2018

Instituto Emprego e Formação Profissional (IEFP): sistema de formação profissional

Artigo sobre o sistema de formação profissional, respondendo a um pedido da revista "A Voz do Trabalho", para a sua edição de Maio e Junho.

24 junho 2018

Igualdade e combate às discriminações

1.ª Reunião do Grupo de Trabalho de Igualdade e Combate às Discriminações da CGTP que tem como função o combate às Discriminações, na sociedade e nos locais de trabalho, em função da orientação sexual, deficiência, HIV, convicções religiosas e das dependências de álcool e drogas.
Foto de Henrique Borges