14 novembro 2024

Sindicalistas Socialistas da CGTP-IN em Congresso (Jornal Acção Socialista n.º 1605 de 14.11.2024)

A Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN (CSS da CGTP-IN) realiza este fim-de-semana, nos dias 16 e 17 de novembro de 2024, o seu XX Congresso, na cidade de Aveiro.

Este, é o vigésimo Congresso que a CSS da CGTP-IN realiza nos últimos vinte e três anos, reflexo de uma atividade contínua que se desenvolve desde os locais de trabalho (delegados e dirigentes sindicais) até aos órgãos dirigentes da nossa Confederação.

Efetivamente, desde os primórdios do Sindicalismo, mas, em particular, desde o tempo da Ditadura fascista, os sindicalistas socialistas sempre participaram empenhadamente nos constantes combates travados pelos trabalhadores e trabalhadoras e intervieram nos sindicatos, incluindo nos corporativos.

A ação de muitos sindicalistas, antes e depois do 25 de Abril, que mais tarde aderiram ao Partido Socialista, faz com que, em outubro de 1970, aquando da fundação da Intersindical, tenhamos estado também na sua origem. Após o 25 de Abril e de inúmeras vicissitudes durante a Revolução, a Intersindical passou a designar-se, a partir do Congresso de Todos os Sindicatos (1977), Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional (CGTP-IN).

A ação e participação atual dos sindicalistas socialistas na CGTP-IN é a continuação lógica de um passado heroico contra o fascismo, pela Liberdade, a Democracia, mas também e sempre contra as desigualdades e as discriminações e pela repartição da riqueza, o Bem-Estar e o Estado Social assim como pela Paz, bem superior dos Povos.

Neste Congresso, com o lema “Defender o Estado Social e os Trabalhadores - Combater a direita e extrema-direita – Pela PAZ - Por uma CGTP-IN Democrática, Autónoma e Reivindicativa” discutiremos os problemas que os trabalhadores e trabalhadoras enfrentam e apontaremos caminhos de reflexão e ação sindical.

As discussões no Congresso decorrerão em torno das questões económicas, sociais e políticas em Portugal; da situação política – social europeia e internacional e sobre o momento que se vive na CGTP-IN e a intervenção da Corrente.

Analisaremos a situação atual da CGTP-IN e a defesa de um sindicalismo onde o pluralismo na unidade, o funcionamento democrático, a democracia e autonomia sindical, devem ser eixos essências a observar em toda a estrutura sindical.

Discutiremos as consequências para o Estado Social e os direitos dos trabalhadores das políticas da direita de um governo da AD (PSD/CDS), influenciado pela extrema-direita.

Não deixaremos de manifestar a nossa solidariedade para com o Povo e os trabalhadores e trabalhadoras, da Palestina, Ucrânia e do Saara Ocidental, entre outros, e as consequências para a europa e para o mundo da vitória de Donald Trump nos Estados Unidos da América.

Ao longo do XX Congresso contaremos com a intervenção de diversos dirigentes do Partido Socialista. Hugo Oliveira, Presidente da Federação de Aveiro do PS, Elza Pais, Presidente do Departamento das Mulheres Socialistas e Miguel Costa Matos, Secretário-Geral da Juventude Socialista.

Na sessão de abertura contaremos com o Secretário-Geral do PS, Pedro Nuno Santos e, no encerramento, com Alexandra Leitão, Presidente do Grupo Parlamentar do PS.


Ação Socialista:

https://www.accaosocialista.pt/?edicao=1605#/1605/sindicalistas-socialistas-da-cgtp-in-em-congresso

19 setembro 2024

Os Sindicatos no Combate ao Racismo e à Xenofobia (Jornal Ação Socialista n.º 1566 de 19.09.2024)

Os fenómenos de racismo e xenofobia contra imigrantes ou comunidades de imigrantes a que assistimos em Portugal nos últimos tempos têm causas e responsáveis e, como tal, devem merecer da CGTP-IN e dos seus sindicatos, nos quais os sindicalistas da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN desenvolvem a sua actividade, um feroz e firme combate.

O que está em causa é o modelo de sociedade que, enquanto militantes sindicais, defendemos. Uma sociedade aberta, plural, cosmopolita, que saiba acolher e integrar os trabalhadores imigrantes.

O crescimento da extrema-direita em Portugal levou ao aumento de ataques inaceitáveis a imigrantes e ao crescimento de fenómenos de racismo e xenofobia.

O racismo e a xenofobia só poderão ser eficazmente combatidos através de políticas públicas que permitam a regularização da situação dos imigrantes e promovam condignamente a sua integração no trabalho e na sociedade de acolhimento em geral.

Essa integração terá reflexos positivos na economia, na demografia (através do reagrupamento familiar ou constituição de famílias) e na interculturalidade/cosmopolitismo, pois destrói sentimentos xenófobos.

Sabemos que o contributo dos trabalhadores imigrantes para a Segurança Social e para as finanças públicas excede em muito os apoios de que são beneficiários. Isso deriva do facto de os trabalhadores imigrantes estarem fortemente integrados no mundo do trabalho, de forma especial, na agricultura, produção animal, caça, floresta e pesca (41,1% total de trabalhadores); alojamento, restauração e similares (31,1%); actividades administrativas (28,1%); e na construção civil (23,2%)[1].

Em termos demográficos, sendo Portugal simultaneamente um país de emigração e de imigração, precisamos de mão-de-obra para os sectores atrás elencados, pelo que é positivo para a economia que Portugal tenha saldos migratórios positivos. Em 2023 verificou-se um acréscimo da população estrangeira residente de 33,6% face a 2022, perfazendo um total de 1 044 606 cidadãos estrangeiros titulares de autorização de residência[2].

Em 2023 assistimos também a um aumento substancial da concessão de títulos de residência face aos anos anteriores, mais 328 978, com destaque para a Autorização de Residência para Cidadãos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa[3].

Os sindicalistas socialistas da CGTP-IN, tendo presente o trabalho desenvolvido ao longo das últimas décadas por esta confederação e pelos seus sindicatos, defendem que aos trabalhadores imigrantes que vivem e trabalham em Portugal devem ser garantidos os mesmos direitos laborais que aos trabalhadores nacionais, nomeadamente no que respeita ao salário, cumprindo-se assim o princípio da igualdade.

Enquanto sindicalistas e cidadãos, mas também enquanto socialistas, sempre defendemos políticas públicas progressistas, uma política de imigração e de asilo que melhore o acolhimento e a integração dos cidadãos estrangeiros que escolhem Portugal para trabalhar e viver, que respeite os direitos humanos e os princípios da dignidade humana. Só assim contribuiremos para prevenir actos de racismo e xenofobia que a direita e extrema-direita potenciam com a sua retórica e com as suas políticas, e combateremos o patronato que promove o dumping social nos locais de trabalho, colocando, desta forma, trabalhadores contra trabalhadores.

Precisamos também de criminalizar as práticas de exploração laboral dos trabalhadores imigrantes, com a responsabilização em todas as fases das cadeias de contratação e subcontratação, bem como o reforço, com meios técnicos e humanos, das instituições competentes para a fiscalização e sancionamento das situações de exploração laboral dos trabalhadores imigrantes.

É neste contexto que se realizam no próximo sábado, 21 de Setembro de 2024, manifestações contra o racismo e a xenofobia, para as quais a Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN apela à participação activa de delegados e dirigentes sindicais e da população em geral.

Sob o lema "O país do 25 de Abril não deixa as ruas ao racismo", a manifestação decorrerá em Lisboa, a partir das 15 h, entre o Marquês de Pombal e o Rossio.

Vamos ocupar as ruas em prol da liberdade e democracia, pelo progresso, por uma sociedade mais justa e solidária.


Ação Socialista:

https://www.accaosocialista.pt/?edicao=1566#/1566/os-sindicatos-no-combate-ao-racismo-e-a-xenofobia


[2] População estrangeira residente, Relatório de Migrações e Asilo 2023 da AIMA, Setembro de 2024.

[3] Concessão de títulos de residência, Relatório de Migrações e Asilo 2023 da AIMA, Setembro de 2024.

20 setembro 2022

Boletim CGTP Cultura sobre Arquivos da CGTP-IN

 Aqui fica o n.º 1 da terceira série do CGTP Cultura com um novo layout.

O CGTP Cultura foi criado para dar expressão publica às actividades da área da Cultura e Tempos Livres da CGTP-IN e agora também sobre o Centro de Arquivo e Documentação da CGTP-IN.

Esta edição é sobre o trabalho desenvolvido no âmbito do projecto que temos vindo a desenvolver sobre património documental e museológico da CGTP-IN.

14 janeiro 2022

Intervenção de Fernando Gomes, Secretário-Geral da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN, no encontro com António Costa

Fernando Gomes, Secretário-Geral da Corrente, por ocasião do encontro de António Costa com o mundo do trabalho que se realizou hoje no Auditório do Metropolitano de Lisboa, estação do Alto dos Moinhos.




Encontro com António Costa e o Mundo do Trabalho

Sexta-feira | 14 de Janeiro | 11 horas

Auditório do Metropolitano de Lisboa – Alto dos Moinhos, Lisboa

Intervenção de Fernando Gomes

Secretário-Geral da

Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN

Estimados Camaradas:

António Costa, Secretário-Geral do PS,

Sérgio Monte, Secretário Nacional do PS para o Trabalho,

Ana Paula Bernardo, Secretária-Geral-Adjunta da UGT,

Mário Mourão, Presidente da TS do PS,

Fátima Fonseca, Secções Acção Sectorial,

Camaradas delegados, dirigentes e activistas sindicais,


Em nome da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN, saúdo-vos fraternalmente e, através de cada um de vós, saúdo os trabalhadores e trabalhadoras que vivem e trabalham em Portugal, saudando também muito calorosamente o Partido Socialista por realizar esta importante iniciativa com o mundo do trabalho.

Recordo que a Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN enquadra delegados, dirigentes e activistas sindicais socialistas e independentes que desenvolvem a sua actividade no âmbito dos sindicatos, uniões e federações e nos órgãos centrais da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional.

Camaradas,

Segundo os dados do INE relativos a Novembro de 2021, a população empregada entre os 16 e os 74 anos nunca foi tão elevada (+ 4852 milhões). Esta é uma das marcas da governação do Partido Socialista, que apesar da crise pandémica, fruto dos apoios dados às empresas e aos trabalhadores e às suas famílias, conseguiu evitar o crescimento do desemprego, que, em Novembro de 2021, se situava nos 6,3%.

Nós, sindicalistas socialistas e independentes, desenvolvemos a nossa acção sindical no seio dos trabalhadores, conhecemos os seus anseios e aspirações, as suas dificuldades e preocupações, pois intervimos em sectores de actividade em que a acção política do governo tem impacto, tanto no sector privado como na Administração Pública.

Estamos presentes e agimos sindicalmente nos sectores de actividade em que os baixos salários e o salário mínimo são predominantes, desde a restauração às cantinas, refeitórios e hotéis até às limpezas industriais, serviço doméstico e vigilância privada, passando pelo vestuário, têxteis, lanifícios e calçado, entre muitos outros. Nestes sectores precisamos de dinamizar a contratação colectiva.

É por isso que importa valorizar, em primeiro lugar, as conquistas do governo do PS alcançadas com o salário mínimo nos últimos sete anos, incluído já 2022. De facto, foram mais 200€ mensais (40%) em sete anos – nunca, desde o 25 de Abril, houve um incremento tão grande do Salário Mínimo Nacional (SMN).

Depois, queremos afirmar que o objectivo dos 900€ até 2026 é justo, coerente e responsável. Justo porque os trabalhadores e trabalhadoras merecem uma vida melhor. Coerente e responsável porque o governo do PS e de António Costa cumpriu, até agora, o que estava estabelecido para o SMN. Esta é a garantia de que em 2026 teremos 900€ de SMN – desde que o PS continue a governar, porque o PSD já afirmou que, se for governo, não vai haver aumentos do Salário Mínimo Nacional.

Camaradas,

Na Administração Pública, os trabalhadores e trabalhadoras que representamos, entre outros, os técnicos superiores de saúde das áreas de diagnóstico e terapêutica, os professores e auxiliares de educação, os funcionários judiciais, os trabalhadores das autarquias, anseiam que, na próxima legislatura, além da valorização salarial, exista diálogo social e negociação sobre as suas carreiras.

Camaradas,

Este encontro de António Costa com o mundo do trabalho é muito oportuno e extremamente relevante. Tive oportunidade de defender, no âmbito do Gabinete Estudos do PS, que a mensagem do nosso Partido deve dirigir-se, em primeiro lugar, aos trabalhadores e às trabalhadoras.

Conquistas (2015-2021)
Hoje, estamos a dirigir-nos a este eleitorado. Importa, pois, sermos directos.

Além da marca da valorização do Salário Mínimo Nacional nos últimos anos e do objectivo de chegar aos 900€ até 2026, que aqui já referi, há que lembrar ainda outras importantes conquistas do governo do PS e de António Costa que beneficiaram, directa ou indirectamente, os trabalhadores e as suas famílias – e, por reflexo, as próprias empresas:

· A redução das propinas, desde 2017, de 1 063,47€ para 697€;

· Os manuais escolares gratuitos para mais de 900 mil alunos da escolaridade obrigatória;

· O reforço do Serviço Nacional de Saúde (SNS), entre 2015 e 2021, com mais 28 741 profissionais de saúde e o investimento em mais de 2,5 mil milhões de euros;

· O êxito da vacinação contra a COVID-19;

· A garantia de sustentabilidade da Segurança Social (SS) em mais de vinte anos e o fundo de estabilização financeira da SS a garantir pensões por cerca dois anos;

· A recuperação de rendimentos, o descongelamento de algumas carreiras na Administração Pública;

· E, finalmente, a política mais importante que beneficiou directamente os rendimentos de centenas de milhares de famílias – a redução dos passes sociais.

E o governo PS e António Costa realizaram estas políticas em seis anos com uma outra importantíssima vitória – em 2019, atingiu-se o primeiro excedente orçamental em democracia, 440 milhões de euros, o que tem reflexos directos no equilíbrio das finanças públicas.

Camaradas,

Quero deixar também uma referência sobre o plano de reestruturação da TAP, cuja aprovação junto da Comissão Europeia o nosso governo conseguiu garantir. Conhecemos as preocupações de muita gente porque só ouvem na comunicação social falar dos milhões de euros de dinheiro público que são injectados na empresa. Precisamos de apresentar às pessoas as consequências sociais e económicas do fim da TAP.

· Anualmente, perderíamos cerca de 3 mil milhões de euros de exportações;

· Mais de mil empresas fornecedoras, a quem a TAP faz compras, perderiam cerca de 1300 milhões de euros anuais;

· 10 mil trabalhadores, directos, iriam para o desemprego.

Era este o caderno de encargos que pesaria sobre milhares de trabalhadores e suas famílias, empresas, a economia e o país e sobre o qual o Estado teria de responder, caso o nosso governo tivesse decidido o fim da TAP – felizmente, o governo PS tomou a decisão política correcta. Mas, camaradas, se o PSD for governo, acabará com a TAP, conforme já prometeu.

Caro Secretário-Geral, Caros e Caras Camaradas,

Estas eleições significam um confronto entre dois modelos de desenvolvimento. O combate à direita e à extrema-direita exige, da nossa parte, mobilização e intervenção para explicar as políticas concretizadas pelo governo do PS. É preciso lembrar as conquistas dos últimos seis anos, desde a recuperação da economia até ao combate à pandemia, e afirmar que só o Partido Socialista e António Costa podem continuar esta trajectória.

Propostas (2022-2026)
Enquanto sindicalista socialista da CGTP-IN, importa referir que, nestas eleições, o programa eleitoral do PS, em muitas matérias, dá resposta aos anseios e às preocupações dos trabalhadores e trabalhadoras e das suas organizações sindicais. O discurso sobre o mundo do trabalho não é exclusivo de nenhum partido, muito menos do BE e do PCP, que se aliaram à direita e à extrema-direita para chumbar o Orçamento do Estado para 2022 e impedir a concretização de políticas progressistas que o integravam.

Assim, realço como muito positivas algumas das propostas que constam do programa eleitoral do PS:

· A construção, até 2026, de cem unidades de cuidados de saúde primários e a construção dos hospitais Central do Alentejo, Lisboa Oriental, Seixal, Sintra, Central do Algarve e a maternidade de Coimbra, reforçando assim o SNS;

· A alteração do regime de recrutamento dos professores, introduzindo factores de estabilidade no acesso à carreira;

· As creches gratuitas, de forma progressiva, até 2024;

· A redução da pobreza, em geral, salientado a importância da diminuição da pobreza nas crianças e nos trabalhadores;

· A concretização da agenda do trabalho digno, de forma especial, todas as medidas que combatam a precariedade dos vínculos laborais;

· A discussão de novas formas de equilíbrio dos tempos de trabalho, incluindo a ponderação de aplicabilidade em diferentes sectores das semanas de quatro dias;

· O aumento do rendimento médio por trabalhador em 20% entre 2022 e 2026;

· E, por fim, pelo impacto positivo na vida de cada vez mais trabalhadores, e que já referi, o aumento do salário mínimo nacional para 900€ em 2026.

Assim, a Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN apela aos trabalhadores e às trabalhadoras para que, a 30 de Janeiro, votem no Partido Socialista por forma a que António Costa continue como primeiro-ministro.

Só António Costa e o PS estão em condições de nos garantir estabilidade governativa, credibilidade junto da UE através de uma política de contas certas, a continuidade do trabalho de recuperação da economia no sentido do desenvolvimento sustentável, a garantia de que vai continuar a enfrentar os desafios que a pandemia nos trouxe e a trabalhar para que a classe trabalhadora tenha um país melhor.

Viva os Trabalhadores e Trabalhadoras!

Viva o Sindicalismo Democrático, Reivindicativo e Autónomo!

Viva o PS!

Viva Portugal!

20 novembro 2021

Entrevista na Rádio Latina no Luxemburgo

Eduardo Dias, secretário central do Departamento da Imigração da OGBL, recebe Fernando Gomes, do Departamento de Migrações da #CGTP, no seu programa "Trabalho e Sociedade" na Rádio Latina.
A gravação do programa, sob a realização exímia de Hélder Rodrigues, decorreu nos novos estúdios da estação emissora em Howald.

Entrevista na Rádio Latina: em análise as causas da emigração, desemprego, baixos salários, vínculos precários. A emigração para o Luxemburgo. A importância da sindicalização na OGBL dos trabalhadores portugueses no Luxemburgo para estarem mais protegidos.

18 novembro 2021

CGTP-IN (Migrações) reúne com OGB.L no Luxemburgo

Decorre neste momento uma reunião de trabalho entre uma delegação da CGTP-IN e a OGBL na Câmara dos Assalariados (CSL), em Bonnevoie.

Pela CGTP-IN está presente Fernando Gomes, do Departamento das Migrações, e Carlos Trindade, do sindicato português STAD e ex-responsável do Departamento das Migrações da CGTP-IN.
Pela OGBL estão presentes: Nora Back, presidente da OGBL; Carlos Pereira e Véronique Eischen, da Comissão Executiva da OGBL; e Eduardo Dias e Sónia Neves, do Departamento dos Imigrantes da OGBL.
Entre os assuntos em cima da mesa está a preparação da celebração dos 30 anos em 2022 do acordo de cooperação assinado entre a CGTP-IN e a OGBL em 1992.

16 novembro 2021

CONGRESSO DA TENDÊNCIA SINDICAL SOCIALISTA DA UGT (TSS DA UGT)

A Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN participou este sábado, 13 de Novembro de 2021, na sessão de encerramento do VIII Congresso da TSS da UGT, com uma delegação composta por Fernando Gomes (Secretário-Geral da CSS da CGTP-IN), Carlos Trindade, Fernando Jorge Fernandes e Luís Dupont.

Na ocasião o Secretário-Geral da CSS da CGTP-IN teve oportunidade de se dirigir ao Congresso e felicitar Mário Mourão, eleito Secretário-Geral da TSS da UGT.
Fotografias de:
©TSS da UGT
©PS/Jorge Ferreira

12 novembro 2021

Conferência "Movimento Sindical: Arquivos, Memória e Património

A conferência está a decorrer no auditório da CGTP-IN, em Lisboa, reunindo confederações sindicais do Brasil, Espanha e França e organizações nacionais para debater a situação do património documental e museológico do movimento sindical.

Ver programa com horários em baixo:


27 outubro 2021

CGTP-IN promove conferência internacional sobre arquivos, memória e património do movimento sindical

A conferência realiza-se a 12 de Novembro de 2021, no auditório da CGTP-IN, em Lisboa, reunindo confederações sindicais do Brasil, Espanha e França e organizações nacionais para debater a situação do património documental e museológico do movimento sindical.

Foi no contexto do trabalho, do processo produtivo, do processo transformador da economia que se produziu a maior quantidade de fundos documentais. A produção documental das organizações sindicais acompanha, naturalmente, estes processos.

Como estão estas organizações, em Portugal, a salvaguardar o seu património documental e museológico? Que projectos existem no nosso país que promovam a organização, preservação e valorização deste património?

Há políticas públicas que estimulem e apoiem o conhecimento e protecção destes acervos? A legislação existente assegura a concretização destas tarefas? Para abordar estas questões, a CGTP-IN convidou a Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB) e a Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC).

Importa também saber como enquadram as associações de profissionais da informação este sector, estas preocupações, na sua actividade. Contamos com a Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Profissionais da Informação e Documentação (BAD) para nos elucidar sobre este tema. 

E no plano internacional, que exemplos de entidades congéneres poderão servir-nos de referência? Convidámos, para o efeito, a Central Única de Trabalhadores (CUT), do Brasil, as Comisiones Obreras (CCOO) e a Unión General de Trabajadores (UGT), ambas de Espanha, e a Confédération Générale du Travail (CGT), de França. 

Estas são algumas das questões que motivaram a CGTP-IN a promover esta conferência. Pretende esta confederação estimular a discussão em torno destes temas e apresentar o trabalho que tem em curso no que respeita à organização, preservação e valorização do seu património documental e museológico. 

Será esta ainda ocasião para sensibilizar trabalhadores, dirigentes, delegados e funcionários sindicais, comunidade académica, sociedade em geral, para a importância da salvaguarda deste património e a sua relevância para o conhecimento da memória operária e sindical e, com isso, para uma mais completa compreensão da nossa história colectiva, em todos os domínios da vida do nosso país, desde meados do século XIX.

Inscrições (limitadas) até 5 de Novembro: https://tinyurl.com/8pst9m92

04 agosto 2021

Condecoração da CGTP-IN pelo Presidente da Republica, Marcelo Rebelo de Sousa

Conforme havia anunciado no passado dia 1 de Outubro de 2020, aquando do 50.º aniversário da CGTP-IN, o Presidente da República condecorou a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional (CGTP-IN) como Membro Honorário da Ordem do Infante D. Henrique.
O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa entregou as insígnias à Secretária-Geral da CGTP-IN, Isabel Camarinha, numa cerimónia restrita realizada no Palácio de Belém na qual estiveram presentes, Ana Pires, Fernando Gomes, Joaquim Mesquita, José Carlos Martins, Rogério Silva, Sebastião Santana e Vivalda Silva, Membros da Comissão Executiva da CGTP-IN.

16 maio 2021

Intervenção no debate CGTP-IN: das raízes à actualidade, sindicalismo do presente para o futuro

A minha intervenção no debate “CGTP-IN: das raízes à actualidade, sindicalismo do presente para o futuro" que decorreu a 16 de Março de 2021, na Casa do Alentejo. Um debate inserido nas comemorações dos 50 anos da CGTP-IN.