02 agosto 2013

CAMINHADA PELO VALE DE RÓDÃO, MARVÃO

A maior caminhada que fiz nos últimos tempos com passagem pelos caminhos e calçadas do Vale de Ródão até Marvão. Tantas recordações de outras passagens por lá. Outros tempos, outras idades, outras vidas. 

Este é também mais um contributo para outra vida. 

26 julho 2013

Intervenção na apresentação dos candidatos do Partido Socialista aos órgãos autárquicos do Concelho de Marvão como mandatário

Caro Miguel Laranjeiro,
Secretário Nacional para a organização do PS
Luís Testa,
Presidente da Federação Portalegre do PS
António Miranda,
Secretário Coordenador da Secção de Marvão do Partido Socialista
Caro António Canedo Berenguel
Candidato a Presidente da Assembleia Municipal
Carlos Castelinho
Candidato a Presidente da Câmara


Caros amigos e camaradas,

A nossa presença aqui hoje tem um significado muito especial para muitos de nós. Depois de um processo eleitoral altamente participado e diversificado em 2009, as forças políticas e muitas das pessoas dos movimentos que então participaram nas eleições souberam encontrar um caminho comum, em torno do Partido Socialista, mas mantendo as ideias e princípios de participação cívica e política que então estiveram na sua origem.

É por isso que gostava desde já de saudar quem há 4 anos protagonizou estas candidaturas e através deles todos os candidatos e candidatas. O Nuno Lopes pelo Partido Socialista; a Madalena Tavares pelo movimento “Juntos por Marvão” e por intermédio da Jesus Garcia e Tiago Pereira saudar as pessoas do Movimento por Marvão.

Este projecto que hoje aqui apresentamos a todos e a todas é a consequência da responsabilidade, do enorme amor que todos e todas nutrimos pela nossa terra, pelo nosso concelho.

Ultrapassámos as diferenças e estamos aqui hoje para construir o futuro e mudar a história do nosso concelho.

Sabemos as responsabilidades acrescidas que esta convergência nos traz, mas os problemas que ainda afectam o Concelho de Marvão, o medo que continua instalado nas pessoas pelo receio desta Câmara liderada pelo PSD e por Victor Frutuoso as prejudicar é tanto, que é preciso colocar fim a esta governação que amedronta e é incompetente.

Neste trabalho de convergência fomos ao encontro de quem melhor poderia interpretar o espirito de unidade, responsabilidade, vontade de trabalhar, experiencia e juventude, candidatos com reconhecido mérito no desempenho de funções autárquicas ou nas suas profissões. Renovaremos profundamente as listas.

Queremos novos intérpretes que coloquem os interesses da população em primeiro lugar em detrimento dos interesses particulares ou de grupos.

Queremos dar voz através do nosso trabalho às pessoas, aos habitantes do nosso concelho, ouvir e resolver os seus problemas, construir dinâmicas que ajudem a criar emprego, a fixar os jovens no concelho mas também a acolher de forma digna quem escolhe o nosso concelho para viver e investir.

Queremos dar aos nossos idosos, que ao longo de anos contribuíram para o desenvolvimento do nosso concelho, condições para que tenham uma velhice activa e com qualidade.

É por isto e muito mais que aqui estamos!

O Tiago Pereira, nosso Director de Campanha, já aqui apresentou os nossos principais candidatos mas permitam-me que vos volte a fazer algumas considerações:

Silvestre Mangerona Andrade. Todos e todas o conhecemos. Sabemos da sua proximidade às pessoas reconhecida pelo trabalho desenvolvido ao longo de vários anos como vereador e acreditamos que a sua acção honrará o trabalho que o nosso Presidente Junta Santo António das Areias, José Luís Andrade, desenvolveu ao longo dos últimos 12 anos, que aproveito para homenagear.

José Vaz. Freguesia da Beirã. (Domingos Nunes e João Viegas) A sua candidatura é uma grande aposta. A competência com que sempre desempenhou as suas funções profissionais, mesmo que alguns de nós possam não ter gostado, são garantia de competência e honestidade no exercício das funções, que estou certo exercerá, de Presidente Junta, sempre ao serviço da sua população.

E porque dizem que as candidaturas nunca apostam nos jovens, aqui estamos nós para contrariar…

Joaquim Jorge Dias. Freguesia de São Salvador da Aramenha. (Vera Fonseca e João Amador) Tenho a certeza que não virará a cara à luta e que a sua candidatura é uma mais valia para este projecto de mudança.

Sandra da Paz. Freguesia Santa Maria de Marvão. (Dionísio Gomes e Manuel Casimiro Martins). Uma lutadora. Conhecemos a sua dedicação aos Bombeiros. Meteu mãos na recolha de assinaturas contra o encerramento da estação de correios de Marvão. Merece ser a primeira mulher a ser presidente da Junta de Santa Maria.

Como podem verificar, a experiencia de vida ou autárquica alia-se à juventude. É fundamental que se criem novas dinâmicas. Para isso é preciso inovar e renovar. Temos candidatos para ganhar as eleições em todas as freguesias. Tenho portanto a certeza que estas equipas trabalharão por muitos anos em prol das suas populações. Porque é esse o objectivo da actividade política. Melhorar as condições de vida das pessoas.


Caros amigos e amigas,

Apresentados que estão os nossos candidatos às assembleias de Freguesia quero agora dizer-vos algumas palavras sobre os nossos candidatos à Assembleia Municipal e Câmara Municipal de Marvão.

António Canêdo Berenguel. 58 anos de idade. Residente há vários anos no Concelho de Marvão. Advogado.

Presidente da Delegação de Portalegre da Ordem dos Advogados e do Agrupamento de Delegações de Portalegre da Ordem dos Advogados e Conselheiro da Caixa de Previdência dos Advogados e Solicitadores.

A sua experiência profissional e competência são garantia de que será um grande Presidente da Assembleia Municipal. A sua presença na actividade do Município marcará a diferença com a realidade que temos actualmente.

Carlos Castelinho. 46 anos. Durante treze anos, entre 1998 e 2011, exerceu funções na direcção da Escola da Portagem, quatro anos como vice-presidente, oito anos como presidente do conselho executivo e administrativo e, no ano lectivo 2010/2011, a convite da Direcção Regional de Educação do Alentejo, liderou a equipa que constituiu a comissão administrativa instaladora do Agrupamento de Escolas do Concelho de Marvão.

Gerador de consensos. Defensor do trabalho em equipa. É o candidato da convergência e do consenso estabelecido entre o Partido Socialista e as pessoas do movimento “Juntos por Marvão” e do Movimento por Marvão que participam nesta candidatura.

Ao aceitar este projecto fê-lo, tal como o disse, com a convicção de que “estão reunidas as condições para apresentar um projecto mobilizador que vá de encontro às reais necessidades da população”

Referia-se à candidatura que hoje aqui apresentamos e ao programa eleitoral que será apresentado oportunamente.

Uma candidatura e um projecto para dar voz a Marvão. Para desenvolver Marvão. Um projecto para transformar o concelho Marvão numa terra próspera e desenvolvida.

Estamos aqui por Marvão!

Viva Marvão!
26 Julho 2013, Salão Nobre, 18:30 horas

Fernando Gomes
Mandatário Político da Candidatura
e
Pedro Silvério
Mandatário Financeiro da Candidatura

25 julho 2013

PARTIDO SOCIALISTA APRESENTA CANDIDATOS EM MARVÃO

O partido Socialista apresenta amanhã no Salão Nobre da Câmara Municipal de Marvão os seus principais candidatos. A Sessão realiza-se pelas 18:30 horas.

22 julho 2013

21 julho 2013

Caminhada pela encosta de Marvão

O regresso às caminhadas em Marvão onde qualquer percurso é belo e surpreendente mesmo para quem é do concelho.

17 julho 2013

Festival de Folclore em Santo António das Areias, Marvão

No próximo sábado o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Santo António das Areias organiza o seu XXXIII Festival de Folclore em Santo António das Areias.

O Festival terá início pelas 21 horas, realiza-se no Mercado Municipal, sendo antecedido pelo habitual desfile, e contará com a presença se 4 grupos de Portugal e Espanha.

As entradas são livres.

16 julho 2013

BLOCO PROPÕE NEGOCIAÇÃO A PS E PCP: JOÃO SEMEDO QUER ESTABELECER AS "BASES PROGRAMÁTICAS DE UM GOVERNO DE ESQUERDA" E NO "MAIS CURTO ESPAÇO DE TEMPO"

Ora aqui está uma atitude construtiva do Bloco de Esquerda, ao contrário do sectarismo do PCP que ontem convidou o BE, Verdes e Intervenção Democrática para reuniões e excluiu o Partido Socialista.

Excluir o Partido Socialista é excluir parte do país e não ajuda a encontrar soluções que ajudem a resolver o problema dos trabalhadores e do Povo. É fazer o frete à direita.

Aqui deixo a notícia conhecida à pouco publicada no Expresso Online

"É a resposta do Bloco de Esquerda ao "pântano político" em que o País caiu. João Semedo faz, esta manhã, uma declaração em nome da comissão política do BE, em que apela a PS e PCP para a abertura de "um processo de discussão e aprovação das bases programáticas de um Governo de esquerda".

Depois de, ontem, o PCP ter convidado os bloquistas para negociações, a comissão política do BE responde com a proposta de negociações alargadas aos socialistas, salientando que "são precisas soluções urgentes e nenhum esforço deve ser poupado para conseguir uma resposta à crise nacional".

O convite dos comunistas mereceu um comentário do BE: "Registamos positivamente que a direcção do PCP tenha proposto a realização de uma reunião".

Sem "tempo a perder", o Bloco diz que as negociações devem fazer-se "sem condições prévias e no mais curto espaço de tempo". No entanto, o programa está já balizado: o Governo de esquerda deve "terminar a austeridade e o memorando", conseguir "a reestruturação da dívida" e "recuperar o rendimento perdido pelas pessoas".

O mote para a iniciativa bloquista foi dado com a atual situação política. "Portugal está a entrar na terceira semana de uma crise governamental e política sem solução à vista", diz João Semedo, para quem "este curso desastroso deve ser interrompido"."

10 julho 2013

QUE PRESIDENTE É ESTE?

Não basta pedir a demissão do governo quando a solução constitucional para esta crise está nas mãos do Presidente da República.

Quando um presidente da república suspende a democracia e retira ao Povo a possibilidade do voto em eleições só há uma solução. Correr com o governo e exigir ao Presidente da República que resigne às funções de chefe de Estado que está provado não ter capacidade para exercer. 

GOVERNO E PRESIDENTE, RUA!

08 julho 2013

Artigo de Opinião de Carlos Trindade

Por Carlos Trindade
Membro da Comissão Executiva da CGTP-IN
Secretário-Geral da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN


COMBATER A DIREITA, DEMITIR ESTE GOVERNO, ELEIÇÕES JÁ!

Escrevia Camões no seu tempo: “Rei fraco faz fraca forte gente; rei forte faz forte fraca gente!”. Este verso nunca foi tão actual como agora!

Efectivamente, quem se encontra nos órgãos do Poder político, muito em especial, o PR, dão substância e actualidade à asserção política do L.V. Camões! O PR é o grande responsável pela rápida degradação da nossa “coisa pública”– sempre pensei que ele era o ideólogo e o estratega da actual situação politica, ou seja, da queda do governo do PS, da “negociação” do Memorando com a Troika e do Programa politico-governamental do governo PSD/CDS e da sua estratégia “de ir mais longe” do que as imposições que a Troika fez na altura ao José Sócrates.

Hoje, actualmente, a actuação de Cavaco Silva confirma esta análise. Aníbal Cavaco Silva é um dos poucos políticos que tem a consciência plena da importância de os três órgãos de soberania (presidência da republica, Assembleia da Republica, governo) estarem sintonizados ideológica, estratégica e politicamente. Ele adquiriu esta consciência não só por ter incorporado o pensamento politico de Sá Carneiro como de já ter tido a experiência, enquanto primeiro-ministro, de ter que se afrontar, de luva branca calçada, com um PR – Mário Soares – que tudo fez institucional e sibilinamente para lhe criar dificuldades politicas na aplicação do seu Programa.

Por isto, Cavaco Silva tudo fará, mas TUDO, para que o actual quadro politico não tenha alterações. Ele não está a deixar apodrecer a situação – ele está a gerir politicamente com pinças a actual situação para que ele se mantenha. A actual situação de verdadeiro apodrecimento é instrumental – o objectivo capital é manter o actual quadro pois a alternativa de convocar eleições é mil vezes pior porque provocará uma alteração profunda e substancial devido á previsível perda de maioria da Direita, o que impossibilitaria a aplicação do seu Programa politico! O apodrecimento político a que assistimos é um mal menor – o mal maior era a Direita perder o poder politico que actualmente possui e, consequentemente, tornar-se incapaz de concretizar a sua verdadeira “revolução” conservadora e neoliberal!

A este propósito poderemos comparar este comportamento com o que António Guterres teve quando, após perder as eleições autárquicas, se demitiu e requereu eleições. Dar a palavra ao Povo para que, conforme disse, ”não cairmos no pântano!” - é assim que um Homem com sentido de Estado actua: preocupa-se com a comunidade!

Pelo contrário, hoje, quem se encontra a comandar os três órgãos de poder político tem uma visão de grupo, de facciosismo, mais preocupado com o seu projecto ideológico do que com o Estado enquanto emanação organizada da comunidade politica. E Cavaco Silva tem uma aguda compreensão desta situação e é um homem de grupo, sectário, de amiguismos – e tudo fará para a manter!

Neste contexto, mais surpreendente (e merecedora de dura critica!) surge a posição do PCP e do BE quando, em 2011, votaram ao lado do PSD e do CDS contra o PEC IV e, consequentemente, contribuíram consciente e activamente para o afastamento da Esquerda socialista do Governo e para dar a vitória à Direita.

O PCP e o BE não perceberam os perigos reais que existiam ou foram enganados pela sua própria propaganda, quando repetidamente afirmavam que “o PS e a Direita são todos farinha do mesmo saco”? Mas, atenção, o tempo que nos espera é mais importante do que aquele que passou.

Hoje, a forte gente é comandada por fraca gente – e a forte gente, o Povo, torna-se fraca, ou seja, surpreendida e desorientada. O que se passa? Porquê que o governo está agarrado ao Poder? Porquê que o Presidente permite a continuação desta situação? Como é que vamos sair desta situação? Eles querem todos é tacho!

Este é o sentido geral as conversas de café ou nos transportes públicos, pouco reflectidas e sustentadas, é certo, mas são a voz da generalidade do Povo sofredor e revoltado, que vive, se está empregado, com 485 euros do SMN ou 500 ou 600 euros ou com o Subsidio de Desemprego, se for um dos cerca de um milhão de desempregados e tiver a sorte de ser um dos que o recebe.

É neste contexto que o exemplo de António Guterres deve ser relevado! É exactamente devido à sua afirmação, para sairmos do pântano em que os actuais governantes da Direita nos meteram e para o qual nos querem continuar a mergulhar cada vez mais, que a exigência de demissão do governo e a realização de eleições tem toda a actualidade e pertinência!

Naturalmente que Cavaco Silva tudo fará para que tal não suceda – mas quanto mais tempo durar a actual situação mais difícil será sairmos dela! Só com a demissão do governo e a convocatória de eleições, dando a palavra ao Povo, este afastará a fraca gente e recuperará a sua fortaleza! Cavaco Silva percebe isto – por isso não exerce a sua magistratura de influência! Por isto, para bem da Republica e do Povo, o combate do forte Povo tem que continuar para afastar a fraca gente que o empobrece e enfraquece – começando no PR!


06 julho 2013

GOVERNO COMPROMETE FUNDO DE ESTABILIZAÇÃO FINANCEIRA DA SEGURANÇA SOCIAL

Em tomada de posição anterior a CGTP-IN alertava para os perigos de descapitalização do (FEFSS), caso o Governo concretizasse uma operação cujo objectivo era facilitar a utilização dos respectivos activos para fins diferentes dos estabelecidos na Lei de Bases da Segurança Social.

A CGTP-IN considera que a não diversificação da carteira de investimentos expõe o Fundo a cenários que poderão originar consequências perversas, designadamente a irreversível degradação de parte substantiva do seu valor.

Com a publicação da Portaria nº 216/A/2013, de 2 de Julho, assinada por Vítor Gaspar, no dia em que se demitiu, e por Mota Soares quando badalava que se demitiria no dia seguinte, o Governo de Passos e Portas consumou tal operação a toda a pressa e de forma atabalhoada.

Assim, o diploma publicado ordena ao Conselho Directivo do Instituto de Gestão de Fundos de Capitalização da Segurança Social (IGFCSS) que proceda à substituição dos activos em outros estados da OCDE por dívida pública portuguesa até ao limite de 90% da carteira de activos do Fundo.

Para justificar esta ordem ferida de ilegalidade, o Governo revela que a medida se inscreve no denominado Programa de Assistência Económica Financeira imposto pela Tróica ou por iniciativa do Governo.

Perante esta ofensiva do Governo ao dinheiro dos trabalhadores, a CGTP-IN reafirma que tal medida subverte o objectivo legal do FEFSS, uma vez que não salvaguarda a estabilidade financeira da segurança social na cobertura das despesas previsíveis com pensões por um período mínimo de 24 meses.

Acresce ainda a tal despudor do Governo – reincidente no desprezo pelo quadro legal que suporta o nosso regime democrático e somando ilegalidade à ilegalidade – a encenação de uma auscultação do Conselho Consultivo (CC) do FEFSS, o qual não se encontra ainda formalmente constituído uma vez que os respectivos membros aguardam nomeação oficial.


Perante tal ofensiva do Governo, a CGTP-IN reitera a sua firme determinação de, utilizando todos os meios ao seu alcance, exigir que seja reposta a normalidade dos objectivos do Fundo de Estabilização da Segurança Social enquanto direito e pertença dos trabalhadores, pelo que ultimará a apresentação de queixa ao Sr. Provedor de Justiça.

05 julho 2013

GOVERNO PARA A RUA. ELEIÇÕES ANTECIPADAS JÁ!

AMANHÃ, 06 DE JULHO, 15 HORAS, TODOS E TODAS A BELÉM. GOVERNO PARA A RUA. ELEIÇÕES ANTECIPADAS JÁ!

06 DE JULHO, PELA DEMISSÃO DO GOVERNO, TODOS E TODAS A BELÉM

É nas horas adversas que mostramos de que fibra somos feitos... 06 de Julho, pela demissão do governo, todos e todas a Belém.