04 junho 2013

Na Cinderela Fresh

Na Cinderela Fresh, sempre com a simpatia e o excelente serviço, para um almoço muito saudável.

03 junho 2013

Um insulto, Por Manuel Carvalho da Silva no Jornal de Notícias


Por Manuel Carvalho da Silva
Jornal de Notícias
01 de Junho de 2013

"Vi e revi o programa da Rádio Televisão Portuguesa (RTP) “Sexta às 9”, emitido no passado dia 24 e senti-me indignado. Nele foi apresentada uma pretensa investigação sobre o sindicalismo na Administração Pública (AP) que, com tristeza, classifico de insulto ao sindicalismo e à democracia.

Tenho plena consciência do indispensável papel daquele canal público de televisão. A RTP vive tempos difíceis, sob fortes ataques e perante complexos desafios que merecem atos de solidariedade de todos os que defendem o regime democrático. Mas nem estes factos, nem o respeito profundo que tenho pelos seus jornalistas e outros profissionais me desviam da acusação àquele programa.

A dado passo e depois de referências a lutas sindicais em curso, designadamente a uma possível “paralisação geral da AP”, afirmou-se: “no meio deste turbilhão contestatário, há uma realidade que nunca tinha sido investigada”. Vê-se o programa e o que se descobre? A repetição, pela enésima vez, de que há dirigentes sindicais a mais na AP. Fazendo a contabilidade do total de dirigentes a tempo inteiro e atribuindo-lhes um salário bruto médio de 1500 euros (será?), concluem que custam “6,5 milhões de euros aos contribuintes”. Este valor é idêntico ao que recebe meia dúzia de gestores de topo de grandes empresas – pessoas com mérito – que se alimentam de negócios chorudos com o Estado.

Enquanto são lançadas dúvidas e suspeições, o programa vai mostrando as caras mais conhecidas do sindicalismo, com destaque significativo para o Secretário-geral da FENPROF (os professores estão num processo de luta necessária mas delicada), e também imagens dos Secretários-gerais da CGTP-IN e da UGT que, por sinal, não são da Administração Pública. No meio do “filme” enxertam depoimentos de alguns dirigentes sindicais que jamais devem ter imaginado o teor acusatório do programa.

Quantas repartições da segurança social, das finanças, da justiça e de tantos outros serviços da AP existem por todo o Continente e Regiões Autónomas? Quantas escolas dos diversos graus de ensino, universidades e politécnicos? Quantos hospitais e centros de saúde?

Existirem 311 dirigentes a tempo inteiro, para todo o nosso espaço territorial, no conjunto total de sindicatos da AP é um exagero? Que disparate! Face à imensidão dos problemas com que os trabalhadores se debatem é fácil concluir que há centenas e centenas de dirigentes e ativistas sindicais que, com sacrifícios para a sua vida e a das suas famílias, completam a atividade daqueles 311.

Os direitos sindicais na AP são iguais aos do setor privado. O que se pretende então? Acabar com o sindicalismo na AP? De facto, no tempo de Salazar, os sindicatos eram pura e simplesmente proibidos.

A democracia tem custos financeiros, mas as sociedades modernas têm assumido que esses custos são compensados pela defesa do valor da liberdade e da dignidade. Que a democracia propicia condições de desenvolvimento de capacidades, do conhecimento, do progresso social e do desenvolvimento humano harmonioso, assente na reprodução de práticas de solidariedade, de participação cívica, de busca efetiva da igualdade.

Nas nossas sociedades, em que o trabalho deve ter um lugar e um valor central, existe algum exemplo de democracia sem a existência de sindicatos?

O percurso feito pelo movimento operário e sindical foi por vezes tortuoso e até trágico, cheio de êxitos e de fracassos, de avanços e de retrocessos, quantas vezes sujeito a ataques, a atos de repressão, a campanhas difamatórias orquestradas. Mas as suas ideias, as suas propostas e ação marcaram o evoluir da humanidade e as grandes transformações sociais e políticas.

Existe um reconhecimento universal, expresso por instituições e destacados atores políticos e sociais de diversas áreas, de que o projeto europeu, nas suas dimensões de progresso, de democracia e bem-estar – o melhor que já foi construído e hoje está a ser destruído – se deveu, em grande parte, à luta dos trabalhadores pelos seus direitos sociais e políticos.


“Tempos de crise” são tempos de muita “malvadez difusa”. É preciso sentido de responsabilidade e mais respeito pelos sacrifícios das gerações que nos antecederam, feitos para que hoje possamos viver uma vida bem melhor que a sua."

30 maio 2013

Intervenção no Comité Consultivo para a Segurança e Saúde no Local de Trabalho no Luxemburgo

Acabei de intervir no Comité Consultivo para a Segurança e Saúde no Local de Trabalho sobre a realidade das estatísticas em Portugal, nomeadamente sobre a não contabilização das mortes ocorridas nos Hospitais em função de acidentes de trabalho, que não são consideradas como mortes por acidente trabalho.

De igual forma critiquei a Comissão Europeia sobre a eficácia no ataque aos direitos dos trabalhadores mas quando se trata da estratégia europeia para a segurança e saúde no trabalho, essencial para contribuir para a melhoria das condições de trabalho, são lentos na sua aplicação e usam mecanismos que atrasarão mais de dois anos a estratégia.

30 de Maio de 2013 - Não aceitamos o roubo dos feriados

Nos locais de trabalho vamos hoje dizer que estamos contra o roubo dos feriados e o aumento de 4 dias de trabalho sem serem pagos....



29 maio 2013

Grupo dos Trabalhadores do Comité Consultivo para a Segurança e Saúde no Local de Trabalho reunido no Luxemburgo

A participar na reunião do Comité Consultivo para a Segurança e Saúde no Local de Trabalho que funciona no âmbito da Direcção-Geral do Emprego, Assuntos Sociais e Inclusão da Comissão Europeia, com sede no Luxemburgo.

Hoje reuniram já, em separado, os grupos de interesse dos trabalhadores, governos e patronato. Amanhã realiza-se a reunião do Comité que tem uma composição tripartida e onde serão discutidos os assuntos da agenda hoje consensualizados pelos três grupos.

Em cima da mesa está a necessidade de termos a nível europeu uma nova estratégia para a segurança e saúde no trabalhos, os avanços sobre as nanotecnologias, as lesões musclo-esqueléticas e a necessidade de haver uma directiva especifica nesta matéria.

26 maio 2013

Concentração da CGTP-IN em Belém a exigir a demissão do governo (3)

Grande concentração da CGTP-IN em Belém a exigir a demissão do governo com muita animação, cor e palavras de ordem a exigir a demissão do governo que está arruinar o país.

25 maio 2013

Concentração da CGTP-IN em Belém a exigir a demissão do governo (2)

Grande concentração da CGTP-IN em Belém a exigir a demissão do governo com muita animação, cor e palavras de ordem a exigir a demissão do governo que está arruinar o país.


24 maio 2013

GOVERNO AMEAÇA O FUNDO DE ESTABILIZAÇÃO FINANCEIRA DA SEGURANÇA SOCIAL

A CGTP-IN tomou conhecimento, por notícias recentes publicadas na imprensa diária, que o Ministério das Finanças preparava uma operação de engenharia financeira cuja finalidade seria a redução do rácio da dívida pública portuguesa em percentagem do PIB.

Para esse efeito, seria utilizado como veículo o Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS), gerido em regime de capitalização pelo Instituto de Gestão dos Fundos de Capitalização da Segurança Social (IGFCSS).

Segundo aquelas notícias, o Governo daria instruções ao IGFCSS para comprar dívida pública até ao limite de 90% do valor da carteira do FEFFS que em Fevereiro deste ano era de cerca de 11.400 milhões de euros, aumentando, assim, o peso das aplicações do Fundo em dívida pública que, no presente, ronda os 55%. 

A confirmar-se a veracidade da notícia, a CGTP-IN considera que esta operação está ferida de ilegalidade. De facto, e de acordo com o disposto na legislação em vigor – Lei 4/2007,de 16 de Janeiro, que estabelece as Bases gerais do sistema de segurança social e Portaria nº1273/2004 que aprova o Regulamento de Gestão do FEFSS – o objectivo a prosseguir pelo Fundo é a salvaguarda da estabilidade financeira da segurança social de modo a que seja assegurada a cobertura das despesas previsíveis com pensões por um período mínimo de 24 meses.

Considerando que a operação anunciada, a concretizar-se, para além de subverter o quadro legal existente é passível de originar consequências perversas para o capital do Fundo, designadamente a irreversível degradação de parte substantiva do seu valor, a CGTP-IN exige que o Governo atenda às críticas constantes do Relatório de Auditoria 29/2010 do Tribunal de Contas, considerando que o Conselho Consultivo do FEFSS se encontra paralisado e privado de exercer as suas competências desde a demissão do seu presidente, em Outubro de 2012.

Neste quadro, a CGTP-IN exige que o Ministro da Segurança Social e da Solidariedade se pronuncie, sobre a veracidade, ou não das referidas notícias, e que em conformidade com a lei, providencie no sentido de regularizar, com urgência, o cabal funcionamento do Conselho Consultivo do FEFSS, que obrigatoriamente terá de ser chamado a pronunciar-se.


A CGTP-IN reafirma a sua determinação em combater qualquer intenção do Governo, que vise ameaçar o Fundo de Estabilização da Segurança Social, enquanto direito e pertença dos trabalhadores.

Concentração da CGTP-IN em Belém a exigir a demissão do governo (1)

Concentração da CGTP-IN a 25 de Maio de 2013 em Belém, contra a exploração e o empobrecimento - GOVERNO RUA!

23 maio 2013

Na conferência europeia para a segurança e saúde no trabalho

Na conferência europeia para a segurança e saúde no trabalho onde represento a CGTP-IN a decorrer em Budapeste, Hungria.


Esta conferência, promovida pelo Instituto Sindical Europeu (ISE/ETUI) da Confederação Europeia de Sindicatos (CES), decorre num momento particularmente grave no plano da prevenção e promoção dos acidentes de trabalho, com a Comissão Europeia a não ter ainda aprovada uma nova estratégia europeia para o período de 2013-2020. 
Na conferência europeia para a segurança e saúde no trabalho onde represento a CGTP-IN a decorrer em Budapeste, Hungria.
Na conferência europeia para a segurança e saúde no trabalho onde represento a CGTP-IN a decorrer em Budapeste, Hungria.

A casa José Saramago em Lanzarote - Islas Canarias

José Saramago
“Todo el mundo me dice que tengo que hacer ejercicio. Que es bueno para mi salud. Pero nunca he escuchado a nadie que le diga a un deportista: tienes que leer.”


22 maio 2013

Secretário-Geral da CGTP-IN recusa convite para Congresso da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN

Como é do conhecimento geral, realizou-se a 18 e 19 de Maio de 2013 o XI Congresso da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN.

A Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN é a organização que agrupa delegados, dirigentes e activistas sindicais socialistas ou independentes que assumem um sindicalismo de classe, independente, autónomo, reivindicativo e democrático, que privilegia a proposição e a negociação, mas que assume que, para haver resultados positivos, é necessária a intervenção e a luta sindical, que são condições decisivas para defender os interesses da classe trabalhadora.

Estes sindicalistas desenvolvem a sua actividade no âmbito dos Sindicatos, Uniões e Federações da CGTP-IN e nos órgãos centrais da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional.

A recusa do Secretário-Geral da CGTP-IN para participar na sessão de encerramento do Congresso assenta no facto de, oficialmente, a CGTP-IN não reconhecer as tendências sindicais, incluindo as que se expressam no seio da nossa Central”.

Na verdade, o que está aqui em causa é o não reconhecimento de organização dos trabalhadores e sindicalistas em correntes de opinião político-ideológicas, em suma, é a concretização do direito de tendência que a CGTP-IN está obrigada por lei a regulamentar, embora a maioria dominante da Central continue a impedir que seja alterado o artigo 14.º dos Estatutos.

Na preparação do XII Congresso da CGTP-IN, que se realizou em 27 e 28 de Janeiro de 2012, vários dirigentes propuseram a regulamentação do direito de tendência, com propostas concretas, sempre recusadas pela maioria dos sindicalistas comunistas.

A democracia e a unidade não podem ser meros instrumentos. É preciso concretizar a unidade em todos os momentos da vida da CGTP-IN.

21 maio 2013

Em Budapeste, Hungria, para participar em Conferência Europeia

Em Budapeste, Hungria, para participar na Conferência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho que aborda em especial um projecto europeu sobre os representantes dos trabalhadores para a segurança e saúde no trabalho.

17 maio 2013

Cerimónia de entrega do Prémio Manuel Lopes


Está a decorrer a cerimónia de entrega do Prémio Manuel Lopes, na sua 7.ª edição, atribuído pelo IEFP.

A mesa é composta por Elísio Estanque na qualidade de Presidente do Júri; Octávio Oliveira, Presidente do IEFP; Pedro Lopes, filho de Manuel Lopes e o Secretário Estado do Emprego Pedro Roque Oliveira.

O prémio na área de estudos foi entregue a dois trabalhos. Um estudo sobre o sector industrial feito pela FIEQUIMETAL e outro sobre a contratação colectiva da FESETE

SINDICALISTAS SOCIALISTAS DA CGTP-IN EM CONGRESSO


A Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN vai organizar no próximo fim de semana o seu XI Congresso que tem como lema:

PELO ESTADO SOCIAL
COMBATER A DIREITA!

Pela democracia e autonomia sindical
valorizar o sindicalismo - fortalecer a CGTP-IN

14 maio 2013

Visita ao Alqueva - Mourão

Paisagens deslumbrantes que tive oportunidade de ver e fotografar. Aqui deixo as fotos da minha incursão pelo Alqueva, Concelho de Mourão, no passado dia 11 de Maio de 2013.

ÉS SÓCIO DE UM SINDICATO DA CGTP-IN E MILITANTE DO PARTIDO SOCIALISTA? INSCREVE-TE NA CORRENTE SINDICAL SOCIALISTA


És sócio de um Sindicato da CGTP-IN e militante do Partido Socialista?

Inscreve-te na Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN e participa no seu XI Congresso que se realiza a 18 e 19 de Maio de 2013.

11 maio 2013

Conferência "Vencer a crise com o ESTADO SOCIAL e com a democracia"

Conferência "Vencer a crise com o ESTADO SOCIAL e com a democracia" organizada no âmbito do Congresso Democrático das Alternativas.

Intervenção de abertura a cargo de Manuel Carvalho da Silva.